Monday, May 12, 2008

O pacote completo não inclui Amor.

Por mais que se diga que , o profissional do sexo, ou o "acompanhante", ou mixê ou o puto ou puta , não deva se envolver emocionalmente com a clientela , isso acontece pelo menos uma vez na vida deles. Sempre.

As putas são, notoriamente , carentes de atenção e afeto, por isso um cliente que tenha muito amor para dar, e uns trocados no bolso, pode ter a chance de conquistar uma amizade colorida com direito a sexo grátis e até , se ele quiser, um beijo na boca.

Com os putos, mesmos os amadores, o fenômeno é parecido , mas invertido; eles não querem receber atenção ou carinho, eles dão isso as mulheres .

Ou melhor, vendem. E assim como as putas tem amizades coloridas com clientes , os putos também tem.

Uma cliente que sempre solicita a companhia de um puto, acaba virando uma cliente preferencial . Ela obtém descontos e até consegue os serviços de graça.

Estas clientes são perigosas para os putos. Pois, podem facilmente confundir as emoções. Elas podem pensar que o puto ama elas e quer ficar com elas. Claro, isso pode acontecer, mas é muito difícil.

Apenas um forte amor tira um puto da noite. Pense bem, ele tem tudo o que a sociedade moderna masculina quer ter: um corpão, várias vagabundas loucas por ele , é sustentado por estas mesmas vagabundas e ainda não trabalha, ou melhor o seu trabalho é o sexo!

Meu deus, que imbecil não quer uma vida destas ?!

Até então Mickey não tinha tido um destes casos , mas isso iria mudar .

Um dia , Mickey recebeu uma ligação. Era uma cliente que havia sido indicada por uma amiga , sobre os serviços que Mickey oferecia.

A moça deixou bem claro, que não queria um parceiro sexual, mas sim um acompanhante para uma noite.

Acordado o preço, a moça iria pegar Mickey em casa e iriam para a festa.

O nome da moça era Luiza, tinha por volta de uns 27 anos. Era muito bonita de rosto , mas não era lá muito gostosa. Era o que chamam de "gordelícia" .

Cheinha, mas gostosinha ou melhor gostosona.

Mickey e Luiza se deram bem logo de cara. Conversaram de tudo, riram muito. A intimidade entre eles cresceu em questão de segundos, era como se fossem amigos a muitos anos.

"- Me diz , Lú porque você me contratou?", pergunta Mickey.

"- Ah! Mickey , na verdade , eu te contratei para fazer ciúmes para o meu ex - namorado. Ele é DJ da balada que estamos indo, e sabe... ele me trocou por outra."

"- Sei... É... você vai querer que ...eu... é ..te beije?", diz ele meio sem jeito.

"- Não, não. Eu quero só que ele me veja com um cara assim... você sabe... forte!"
, diz ela, mais sem jeito ainda.

Após este rápido diálogo, um silêncio toma conta do carro, até que o casal chega na porta da danceteria.

Como Luiza foi namorada do DJ residente da balada durante algum tempo, todos os funcionários já a conheciam, e por isso ela teve a sua entrada facilitada.

Logo ao entrar , acompanhada de seu segurança particular , Mickey , Luiza procurou ficar em frente à cabine do DJ , para que ele invariavelmente a visse.

Enquanto o dito cujo não entrava em cena, Luiza e Mickey dançavam tranqüilamente, sem alarde. Mas na hora que o cara entrou para tocar, os olhos de Luiza se encheram de fúria e ela começou a dançar de maneira, digamos, um pouco exuberante.

Obviamente esta mudança não passou desapercebida por Mickey que colocou em prática todo o seu gingado de Go Go Dancer, ai não tinha para ninguém!

Talvez o ódio súbito de Luiza ao ver o tal DJ , se devesse ao fato de que na cabine junto com ele estava a mulher pela qual Luiza havia sido trocada. Nada de mais também, era mais magra apenas , só que meio feia e sem sal, sabe? Tipo água com salsicha? Era assim.

Muito bem, uma das lições que se deve aprender é: nunca deixe um Go Go Dancer à vontade para dançar. Eles chamam atenção demais .

A medida em que Luiza dançava se " insinuando" para Mickey , a vontade de dançar dele ia crescendo , até que ele não agüentou e resolveu apavorar com todo mundo.

Começou a fazer passos e mais passos , dançava e remexia e por fim, para fazer valer o preço que Luiza tinha pago por esta pequena vingança, ele subiu no balcão do bar , com ela, tirou a camisa e fez uma apresentação apoteótica !!!

Era uma mistura de Michael Jackson com o Party Boy , pois tinha a magia de um e o descaramento total do outro. Foi sucesso total!

Luiza apenas se deixava levar , enquanto ele é quem fazia tudo. Foi inevitável o incomodo que o tal DJ teve, ao ver , por um curto período, a sua platéia aplaudindo outro "artista".

O incomodo cresceu ainda mais , quando ele percebeu que era a sua ex - namorada que estava ali no palco com o cara. Esse descontentamento foi tão evidente que Luiza não escondeu o sorriso quando os seus olhos e os dele se cruzaram. A vingança estava completa.

Luiza e Mickey demoraram mais algum tempo na balada e resolveram ir embora, porque o assedio das mulheres em Mickey e de alguns homens em Luiza já estava ficando insuportável.

A alegria de Luiza era visível. Ela não parava de falar da cara do ex - namorado quando ele viu os dois dançando em cima do balcão , e que Mickey era incrível e blá, blá, blá....

Ela levou Mickey para casa e durante o caminho ela o convidou para um jantar , no dia seguinte, na sua casa. Mickey de cara percebeu que esse não era um trabalho , e , sim um convite de amiga mesmo ou algo mais. Mas ele recusou.

Não tinha nada marcado para a noite seguinte , mas não queria sair com Luiza de graça. Tudo bem, a moça é bacana e gente fina, mas é daí? Ele queria grana, G-R-A-N-A e não amizade.

Afinal, segundo um puto, não existe amizade entre homem e mulher que não acabe em sexo.

Ela entendeu a recusa do convite, deixou Mickey em casa e foi embora.

No dia seguinte , Mickey recebe uma ligação. Era Luiza .

" - Bom dia Mickey!. Sabe quem está falando?"

"- Fala Lú , tudo bem?"

O simples fato de Mickey saber quem estava falando do outro lado do telefone, já fazia dele um cara diferente. Luiza adorou saber que , pelo menos , não tinha sido esquecida.

"- Tudo bem comigo. Eu liguei para saber se você topa me acompanhar hoje em um jantar. Eu sei que você já tem um compromisso marcado para hoje, por isso eu ofereço o dobro."

"- Querida, infelizmente eu não poderei lhe acompanhar hoje , pois o compromisso que tenho é inadiável. "

"- Entendo. Bom , eu posso desmarcar o jantar e marcar para amanhã então? Ou você já tem alguma coisa marcada?"

"- Pode marcar sim. Você só me avisa que horas que você me pega . Tá bom?"

"- Combinado então!"

" - Beijo Mí!"

"- Beijo Lú!"

Ela estava jogando , Mickey sabia disso e estava gostando.

No dia e hora marcados , Luiza pegou Mickey em casa e o levou em um restaurante chiquérrrrrimo, situado em um hotel em São Paulo.

Para a não surpresa de Mickey , não havia ninguém na mesa além deles dois.

Como queria ver até onde iria o jogo de Luiza, Mickey nem perguntou aonde estavam os outros convidados.

Muitos papos vai, milhares de papos vem e Luiza esta com uma clara queda por Mickey.

Mas no seu interior havia uma luta interna grande: uma parte queria Mickey e a outra não. Relutava em aceitar o fato de que ela se sentia atraída por um puto , garoto de programa, que devia estar cheio de doenças e arghhh!!! Mas ele é tão legal, retruca a outra parte... a confusão é geral na cabeça e coração de Luiza.

Em um dado momento da conversa , sem querer e sem premeditar nada , Luiza diz:
"- Você tem alguma coisa marcada para a semana que vem, que é feriado?"

Mickey para um pouco para pensar, não tinha nada para fazer, estava apenas fazendo charme:

"- Não. Acho que não, porque?"

"- Quer viajar comigo para a minha casa de praia em Búzios ? "

"- Eu pago tudo. Inclusive as suas diárias."

"- Inclusive as suas diárias", disse ela , sem meneios . Estava forte e decidida . Queria mesmo a companhia de Mickey .

" - Vou sim."

"- Te pego na sexta então , a noite. "

E mais papo vai e mais papo vem.

Na porta da casa de Mickey , ela lhe entrega o envelope pela quantia referente à companhia do jantar e mais uma grande quantia . Mickey percebendo o peso do envelope pergunta:

"- Acho que você se enganou. Pelo peso do envelope , há muito mais do que eu cobro."

"- Já é o pagamento para a semana que vem.", responde ela ,olhando fixamente para ele .

"- Ah! Sim. Esta bem. Te espero aqui na sexta então!"

Ao se despedirem , ele a beija no rosto, respeitosamente e ela retribui . Retribui com vontade de agarrá-lo e beijá-lo até não poder mais. Mas ela se conteve, segurando a onda.

Mickey não esperava esta investida de Luiza. Ela já tinha tudo planejado.

Olhou no envelope, havia a quantia pelo jantar e mais R$ 3.000!!! Era demais! Mesmo que ela não desse para ele no feriado inteiro já tinha valido a pena!

A sexta -feira chegou, véspera de feriado e lá estava Luiza como havia prometido .

Durante a viagem conversaram muito , e estavam cada vez mais entrosados .

Chegaram na casa dela, uma puta casa diga-se de passagem , e se acomodaram, em quartos diferentes e foram dormir exaustos pela longa viagem que fizeram durante a noite.

Na manhã seguinte, Mickey acordou Luiza de sunga e com uma bandeja repleta de guloseimas para o café da manhã. De sorriso enorme no rosto, e olhos brilhantes ela aceitou a gentileza, não escondendo a surpresa e felicidade em receber este singelo ato de carinho.

Após o café -da -manhã , Luiza e Mickey foram caminhar na praia .

Caminharam por cerca de uma hora pela orla , conversando e discutindo sobre vários assuntos. Mickey , que estava de óculos escuros , não parava de olhar para as várias gostosas que o ficavam observando , e estas moças, se perguntavam o que aquele gostosão estava fazendo com aquela gordinha.

Depois da caminhada , o casal foi para casa tomar uma banho de piscina. Neste ponto os ânimos já estavam à flor da pele.

Luiza já não estava agüentando de tesão, e de repente convida Mickey para tomar banho. E ele, claro, aceita.

Chegando no banheiro, que ficava junto ao quarto , Luiza se despe e entra no box.
Mickey chega logo em seguida , e tira roupa também.

Ela liga o chuveiro e de costas para ele , começa a se esfregar lentamente com uma esponja. Ele, delicadamente , tira a esponja das mãos dela e a massageia de leve às costas.

Mickey chega mais perto e deixa Luiza sentir a sua arma já em riste, encostando-a em sua bunda. Ela ,safadamente , vai masturbando-o de costas , deixando ele cheio de tesão.

Após a massagem, ele pega a toalha e a enxuga , bem devagar . Maliciosamente devagar, aproveitando cada centímetro de pele para explorar o prazer que talvez ela nunca tenha sentido.

Mickey a pega no colo e a leva para a cama. No mesmo instante que a coloca na cama, ele já parte para chupar a sua buceta .

Chupa devagar, calmamente. Demora muito , fica chupando e chupando até que o seu queixo fique em estado de dormência e a sua língua fadigada , se é que isso é possível.

A esta altura, Luiza já reside em óbito na cama. Não se mexe e nem reage a nada, apenas é boquetada passivamente, sem tomar qualquer atitude.

De repente , ela solta um gemido baixo e aperta os cabelos de Mickey, gozou .

Ele se levanta e volta ao banheiro. Escova os dentes e termina de tomar o seu banho.

Luiza esta na cama. Não acredita no que fez! Deu para um garoto de programa, e na cama de seus pais ! Meu deus .... se soubesse tinha dado antes !

Depois do banho , Mickey se aproxima de Luiza ainda inerte na cama e a boqueta de novo . Ela não acredita ! Mais prazer!

"- Mais , mais, me dá mais!", ela grita descontrolada para Mickey , que apesar do espanto , não demorou mais de 1 segundo para realizar o pedido de sua ama.

E mais uma vez ela goza , se contorcendo e enrijecendo todos os músculos do corpo.

Desta vez, Luiza desmaia na cama , em um sono profundo, dorme até anoitecer.

Ao acordar , Luiza se viu cercada de flores e velas acesas . Mickey tinha lhe preparado uma grande surpresa.

Imediatamente ela se dirigiu ao banheiro , tomou banho e trocou de roupa. No chão , havia um caminho feito de pétalas de rosas que levavam-na até a sala de estar onde havia um jantar feito, com velas sobre a mesa e um sorridente Mickey a sua espera.

Ela não acreditava! Era maravilhoso!

Eles jantaram , ela nem sabia o que estava comendo , sua cabeça só estava em Mickey . Em como ele era bonito, educado, gentil , romântico e sexualmente disposto . Era perfeito!

Também querida, por R$ 3.000 ele comeria até o sofá!

Depois do jantar, Mickey caminhou na direção dela e sem pudores rasgou a sua roupa na altura do seio direito e o chupou. Depois deixou-a pelada e a torou em cima da mesa , violentamente .

No início , Luiza achou rude e sem noção , mas depois ela adorou. Foi comida bestialmente , sem frescuras e romantismo zero.

Depois do coito, ele foram para fora da casa tomar uma ar. Não demorou muito para que Mickey propusesse um sexo na piscina.

De bate pronto ela aceitou, e deu gostoso para ele. No começo a pressão da água incomodou um pouco , mas depois foi ate gostoso.

Saíram da piscina , ele um pouco cansado e ela esfolada. Nunca tinha dado tanto em tão pouco tempo. Por isso a sua xereca estava todo dolorida. Mas nada que uma boa noite de sono não resolva.

Foram para o quarto e dormiram.

Na manhã seguinte, Luiza acorda de supetão. Seu rosto e tórax queimam, ardem de...prazer?

Quando ela se dá por si, nota que Mickey esta chupando a sua buceta, ferozmente igual à tarde anterior e sem mesmo saber direito o que esta acontecendo ela goza , logo pela manhã.

"- Bom dia!" , diz Mickey com um sorriso sarcástico no rosto.

"- Quero mais! " , ela responde.

" - Já?"

" - Quero seu pau na minha buceta"

"- É pra já!"

Mickey avança sobre o corpo inerte de Luiza e a come. As suas bombadas são tão fortes que dava para ouvir da cozinha o estalo de suas bolas batendo na porta do cú de Luiza.

Ele goza e ela se excita ainda mais.

Mickey tinha acordado um vulcão e nem se dava conta disso!

O resto dos dias se arrastaram neste ritmo de fricção frenética de tripas , onde no saldo final, tinha restado apenas dois corpos acabados e sem energia .

Na volta do feriado da fudeção sem limites , os dois pareciam um casal normal que volta de uma viagem bacana .

Enquanto Mickey já pensava em retomar a sua vida de puto, Luiza tinha vãos sonhos de tirar Mickey dessa "vida".

Durante as semanas que sucederam a viagem , Luiza ligava várias vezes para Mickey, como se ela fosse namorada dele. Ele sempre a atendia educadamente , mas nunca naturalmente.

Ele já tinha notado que ela estava apaixonada por ele , mas ele ,de longe, não queria nada com ela. Mesmo sabendo que , apesar de muito humilde e atenciosa, Luiza era herdeira de uma fortuna de mais de 10 milhões de reais.

Apesar de Mickey querer , e adorar dinheiro, ele gostava mais da vida devassa que levava antes.

No fundo , ele não queria dinheiro, ele queria a admiração feminina e, consequentemente, o sexo .

A possibilidade de comer várias mulheres diferentes nas mais diversas ocasiões , era o que movia o nosso Michelângelo do prazer.

Mesmo com este objetivo em mente, Mickey não consegui dizer "não" para Luiza.

As coisas estavam tomando proporções enormes, e caminhavam para o último lugar que Mickey queria chegar: um relacionamento sério.

Por um curto período de tempo, Mickey não comeu ninguém, não ia mais ao Texas Moon e nem acompanhou mais ninguém.

Estava levando uma vida séria, compenetrada, entre as aulas na academia e o namoro com Luiza.

Claro que além do sexo bom, Luiza dava de tudo para Mickey: roupas da moda, calçados novos, levava-o para os mais diversos lugares de São Paulo, estava fazendo por ele o que todo o homem queria que uma mulher fizesse.

Além do mais , Luiza era muito legal. Era inteligente, descontraída, humilde e simpática. Se vestia bem e não ligava para as aparências , apesar de ser muito bonita e estar um pouco acima do peso.

Durante um tempo, esse panorama fez Mickey feliz. De verdade. Gostava de ficar acompanhado no sábado à noite na casa de Luiza vendo filmes, de ir ao teatro e das infindáveis conversas que tinha com ela.

Mas ele sabia.

Luiza era a pessoa certa no lugar e hora erradas.

Mickey queria ter esse tipo de relacionamento , de cumplicidade e amor , mas não agora.

Agora era hora de aproveitar a vida de forma dionisíaca, onde a busca pelo prazer o guiaria pelos caminhos mais inusitados.

Mas era difícil dar um pé na bunda de Luiza. Ela era...demais!

"- Nada como uma mulher para esquecer outra", já dizia algum vagabundo - corno - sabido.

Em uma tarde , na academia, Andreia , "A amiga safada swinguera" de Pamela, "A Safada Juvenil", vai ao encontro de Mickey.

"- Oi Mickey, tudo?"

"- Tudo bem querida e você?"

"- Tudo bem. Sabe o que é... algumas pessoas lá do Texas andaram perguntando por você. Disseram que você está sumido, que não aparece mais lá..."

"- É , pois é. Eu tô namorando agora e a minha mina não curte lugares como o Texas."

"- Mas isso não é motivo para você não ir."

Moleca safada. Sabia instigar um homem. Mickey entendeu o tom da conversa, e por mais que o seu lado correto quisesse levar a conversa para outro rumo , o seu ego não quis.

"- Quem andou perguntado de mim, lá no Texas?"

"- Haaa! Um monte de gente..."

"- E você sentiu a minha ausência ?", pergunta ele , rápida e maliciosamente, sem dar tempo para a jovem serpente pensar.

Nos milésimos de segundo que antecederam a resposta de Andreia , as suas bochechas ficaram vermelhas e os seus olhos brilharam, a resposta era um sonoro "sim !!!".

Mas Mickey queria ouvir da boca de Andreia.

"- Um pouco..." , disse ela tentando esconder o sorriso e mostrar que ele não era tão foda assim como pensava.

Lembra do lado correto de Mickey? Eu também não. A esta hora ele já estava preso em um cofre que teve as chaves jogadas fora.

"- Pelo que eu vi aqui, hoje é o dia para a sua nova avaliação física não é?", diz Mickey ,com o olhar de leão.

"- Não sei. É ?"

"- É sim. Me dá uns 5 minutos e me espera na Sala de Avaliação."

"- Ué tá bom."

Mickey já estava de pau duro. Deu mais algumas orientações para o professor assistente e disse que ia demorar uns 45 minutos e depois voltaria.

Quando entrou na Sala de Avaliação , Andreia estava de pé , olhando um quadro de anatomia dos músculos do corpo humano.

Mickey entrou na sala igual a um vendaval, trancou a porta e tirou bermuda e cueca , e sem a mínima delicadeza , pegou Andreia pelo cabelo e levou a boca da moça ao pau dele.

Ela nem reclamou ou fez alguma menção de que não gostou da brutalidade de Mickey.

Ela mamou com gosto. Durante a pepeta, Mickey perguntava baixinho:

"- Sentiu a minha falta vagabunda? Sentiu a minha falta ? Responde vai!"

"- Senti ! Dá essa rola para mim! Ninguém me tora como você! Vem e me arregaça seu merda!", num estouro de sinceridade Andreia responde tudo o que Mickey queria ouvir.

Ele a coloca de quatro , no chão mesmo, dá uma suculenta lambida na buceta dela, o suor foi só um tempero à mais, colocou a camisinha e penetrou-a .

Talvez nunca tenha comido uma mulher com tanta raiva. Bombava muito forte, enquanto a torava dizia baixo:

"- Não grita, não grita!"

Andreia gemia baixo , em um som quase inaudível , mas gemia. Esse clima todo de sexo selvagem proibido , no silêncio quase que absoluto era demais para os dois.

Tanto Mickey quanto Andreia estavam muito excitados, pareciam dois animais em transe sexual.

Durante as dezenas de mudanças de posições, Mickey mordia e apertava Andreia e ela por sua vez o arranhava fundo e o mordia também.

O gozo foi em conjunto , seguido de uma unhada digna de Zé do Caixão nas costas dele e uma mordida à la Drácula no pescoço dela .

" - Estava com saudades dessa rola!" disse ela a ele.

Depois da selvageria , eles se levantaram , se arrumaram e voltaram para a sala de musculação. Combinaram que nesta semana eles iriam juntos aos Texas Moon, para matar a saudade das putarias.

"- Foi uma bela foda. Uma das melhores que eu dei ultimamente ", pensou Mickey antes de pegar a sua mochila e ir de encontro a Luiza que o esperava na carro com um largo sorriso apaixonado na cara.

Algumas semanas depois, Mickey resolveu dar um pé na bunda de Luiza . A vida dupla dele estava muito cansativa e as desculpas que ele dava a ela já estavam perdendo a eficácia.

Mickey tinha voltado a sua vida de putaria, de Texas Moon e de Go Go Dancer.

Estava feliz, só não estava mais feliz por que uma pessoa realmente bacana como Luiza estava sendo enganada.

Em uma noite de sábado típica, onde Luiza e Mickey ficariam vendo filme debaixo das cobertas e fuderiam uma ou duas vezes , Mickey decide contar toda a verdade.

" - Lú, eu tenho que te contar uma coisa."

"- O que é meu bem?"

" - Eu voltei para as minhas antigas atividades."

"- Eu sei."

"- Como assim sabe? "

"- Eu não sou trouxa Mickey. Eu percebi a sua mudança de comportamento. Mas o problema não é esse. O problema ,é que mesmo assim eu gosto de você. E não quero me afastar."

" - Nocaute! No primeiro assalto Michelângelo é nocauteado facilmente por Luiza!", diria o narrador imaginário , ao ver esta discussão como uma possível luta também imaginária.
"- E....eu..." , Mickey fica completamente sem palavras. Não tem ação. O que fazer agora?

Lembra da parte boa de Mickey? Pois é, parece que de alguma forma ela conseguiu escapar do cofre e por alguns instantes está no controle das ações.

Era impossível para Mickey terminar com Luiza naquele momento, ainda mais depois dessa declaração sincera de amor. Mickey era um vale-nada , mas não tinha o coração de pedra.

"- Mesmo você sendo um puto, eu quero que você seja o meu puto. Eu quero muito te tirar dessa "vida", diz ela com olhar terno .

A resposta que Mickey deveria ter dado a ela nesta hora deveria ter sido: " - O problema que eu não quero sair dessa vida" , ou melhor ainda , "- Eu ate deixaria de ser mixê, mas você não vale à pena . Eu não te amo!", mas infelizmente o lado escroto de Mickey é que estava preso no cofre sem chaves.

Aliás, qualquer uma destas duas respostas poderia gerar um ato desesperado de ódio e raiva, que poderia resultar em um assassinato ou desmembramento.

Mas ele não disse nada disso, e só pensou nestas hipóteses horas depois , quando eles já tinha "feito amor" pela terceira vez na noite e ela estava no décimo quinto sono e ele acordado olhando para o teto.

A única coisa que Mickey conseguiu fazer foi dar um longo abraço em Luiza, ela aos prantos , fez inúmeras declarações de amor à ele, em vãs tentativas de conquistar de vez o seu coração.

Por hora, Mickey adiou o kick ass. Não tinha clima. Antes de ir para a sala de vídeo , foi ao banheiro e falando baixinho ao celular disse:

"- Oi safada. Não vai rolar de eu ir na sua casa hoje. Eu sei, eu sei. Mas amanhã se prepara que esse rabo tem o meu nome! Beijo na teta . Gostosa!"

Com o passar dos meses, 10 para ser mais exato , Mickey e Luiza decidiram romper o relacionamento .

Romperam sem brigas ou ódio, ou quebra - quebra.

"- Paciência tem limite." , disse Luiza a Mickey. Por mais sincero e puro que fosse o seu amor por ele , ela estava cansada desta situação.

Estava farta da ausência do namorado, de saber que, antes de se deitar com ela ele havia estado com outras mulheres. Estava cansada de andar no shopping , de mãos dados com ele , com medo de que uma das coroas que estivessem nas lojas de roupas que ela mais gosta tivessem sido , ou são , clientes dele.

Chega! Realmente não queria mais nada!

Uma das inúmera diferenças entre as pessoas de fibra moral e as pessoas frouxas, é que o "sim" delas é realmente "sim!" e não um "talvez" ou um " sei lá".

Luiza tinha muita fibra moral, e eram raras as decisões tomadas por ela que tinham volta . Desde que começou a namorar o Mickey, a única decisão que ela voltou atrás foi em relação ao sexo anal, que hoje ela prática com freqüência .

Ao saber da decisão de Luiza, um enorme peso saiu das costas de Mickey. Talvez ele nunca tivesse coragem de tomar tal atitude, e apesar de ficar triste momentaneamente, ele ficou feliz. Feliz, porque tinha a certeza de que Luiza encontraria um homem que a faria feliz .

Após um abraço de mais de uma hora, os dois se despediram e foram cada um para um canto.

No busão de volta, Mickey pensou: "- Merda, deveria ter tentado comer ela pela última vez!".

Toda semana Luiza ligava para Mickey , para saber como ele estava e ele cordialmente ligava para ela também, para retribuir a gentileza , e realmente saber como ela estava.

Em uma destas conversas Luiza contou a Mickey que estava namorando um cara e que em breve eles iriam casar. Mickey realmente ficou muito feliz e desejou toda a sorte e felicidade do mundo para eles.

Com um novo homem na sua vida, as ligações para Mickey foram diminuindo e diminuindo , até que pararam .

Um dia , ele resolveu ligar para ter novas notícias sobre Luiza e seu novo namorado, se já não era marido.

Quem atendeu o telefone não foi Luiza e sim Maria, a sua empregada que tomava conta de Luiza desde que ela tinha 8 anos. Maria conhecia e gostava de Mickey.

Foi ela quem deu as más novas sobre a vida de Luiza: o namorado na moça, que já tinha virado noivo, foi brutalmente assassinado à tiros em uma tentativa de assalto , quando ele levava o carro de Luiza para o lava-rápido.

Luiza ao saber da notícia surtou , e por várias semanas ficou em depressão, até que resolveu fazer um intercâmbio de um ano na Austrália para se desintoxicar de más energias.

Mickey agradeceu as informações e desligou o telefone.

Ficou pasmo !

Mas ele ficou mais triste ainda , porque Luiza tinha perdido o homem que amava.

É realmente uma pena, que algumas pessoas tão legais , simplesmente não conseguem ser felizes.

Olhou para o relógio, faltava uma hora para que Andreia viesse buscá-lo para irem aos Texas juntos.

Hoje o prazer dele seria em homenagem a vida , a Luiza e ao namorado peneira da moça. Afinal , Mickey sempre lavava o carro dela no lava-rápido, poderia ter sido ele e não o cara que tivesse morrido!

Deus o livre!


*****


Com este conto, encerro a primeira parte das " Aventuras de um Go Go Dancer ".

Na verdade não garanto que irá existir uma segunda parte, depende dos meus encontros com o Mickey.

Como estes textos são uma mistura de histórias e estórias , eles dependem tanto da minha podre mente como das experiências vividas pelo homem - personagem em questão.

Mas, não se esqueçam; o Mickey pode , e assume, outros nomes e posturas, mas o objetivo é sempre o mesmo: curtir a vida, fazer o que todo homem já sonhou em fazer , com muitas mulheres , putaria e mais mulheres .

O único problema é que algumas destas mulheres não são solteiras e, além de se enganarem com receitas de relacionamento feliz da revista Cláudia ainda iludem e enganam os seus companheiros de relacionamento , seja qual for o grau deste.

Sim, estes mesmos companheiros fazem as mesmas coisas com outras mulheres , às vezes até mais, mas a situação inversa ainda é vista como "mal caratismo" , e não como uma conseqüência natural das relações interpessoais.

Portanto , tome cuidado , quando a sua namorada ou prima, ou irmã ou mãe , diz que vai para a academia porque tem um professor que dá uma aula muito legal.

Ele pode dar outra coisa também, que a mulher em questão acha muito mais legal do que uma aula: um tapa na cara outro na bunda, acompanhado de umas boas boladas no queixo.

É cruel, mas lembre-se também de outra coisa : tudo isso começou, por alguém deu pra alguém.

Fazer o quê?

Escolhe o seu lado. Algumas pessoas escolhem os dois.

Não pense muito nisso. Faz mal.


*****

Bom , de qualquer forma, postarei nas próximas semanas , a conclusão dos Contos do Monte Azul, onde Rodrigo comerá o misto - quente feito pelo próprio Capeta, atendendo o pedido nº 666 feito pelo mesmo Rodrigo.

Até lá , amantes da realidade.

Wednesday, April 30, 2008

A constatação de um Puto: O mundo está podre e Jesus tá voltando, de moto!

Muito bem, Mickey era um puto. Durante o dia dava aulas de dança e instruía os alunos da sala de Musculação.

De noite, era acompanhante , puto e ainda era freqüentador assíduo do Texas Moon, a melhor casa de swing de São Paulo.

O acompanhamento era R$ 300 , o Programa era R$ 500 e o pacote completo era R$ 400. Os preços podem parecer altos, mas acredite; os diretores , vice-presidentes e presidentes das empresas , que pagavam as contas ,sem saber, não estavam nem ai.

Essa vida, por mais legal e emocionante que possa parecer, era desgastante de mais. Mickey tinha poucas horas de descanso e sono, por isso todas as oportunidades que tinha para repousar eram aproveitadas ao máximo.

Geralmente no domingo, ele não comia ninguém, por isso era o dia em que ele chegava a dormir 12 ou até 16 horas ininterruptas.

Foi num destes domingos sonolentos , que Mickey recebeu pela primeira vez a ligação de um homem solicitando os seus serviços.

Na hora, Mickey ficou assustado , dezenas de pensamentos vieram à sua cabeça: " - Seria um marido em busca de vingança? Uma bixa? Um trote?". Na busca pela resposta certa, Mickey decidiu não desligar.

"- Alô?"

"- Por favor o Mickey ."

"- É ele , quem é?"

"- Boa tarde Mickey. Meu nome é Marcos. Eu sou amigo da Gisele e foi com ela que eu peguei o seu telefone."

"- Boa tarde Marcos."

" - Eu queria contratar os seus serviços. Não para mim. Mas também não posso revelar para o que é. Estou ciente do seu preço, e por isso ofereço R$ 2.000. Pelo acompanhamento íntimo."

"- Onde seria?"

"- No motel Okto . Na suíte presidencial. Na próxima sexta-feira."

"- Não tem homem na parada?"

"- Não ,eu garanto. E vou pagar adiantado. Me dê o número da sua conta."

Mickey passa os seus dados bancários.

"- Muito bem, esteja lá às 23 hrs da sexta."

"- Estarei."

"- Até logo."

"- Falou."

Após desligar Mickey ficou preocupado. Não devia ter topado. Devia ter investigado mais . Será que dá para desistir ?

Com certeza não.

Durante a semana, Mickey não parava de pensar na maldita sexta-feira. A preocupação foi tanta que ele não comeu ninguém e até adiou e cancelou os serviços de acompanhante e Go Go Boy.

Teve certeza de que o convite era sério quando viu que havia sido feito um depósito na sua conta no valor acordado. Tinha que ir.

Os dias se arrastaram para passar , e a sexta-feira não chegava nunca.

Mickey estava ansioso e nervoso. A curiosidade estava acabando com ele.

Na sexta, ele se produziu. Pegou o "Kit Prazer" , com Viagras , Camisinhas e gel e foi.

Chegou na hora marcada. O seu nome já estava na lista.

O Okto era um dos motéis mais caros e luxuosos de São Paulo, e a locação da suíte presidencial era um absurdo!

Mas não era para menos, o local era enorme! Tinha uma ampla ante-sala , piscina com cascata e teto retrátil ( para fuder olhando para as estrelas) , um bar enorme , e a tradicional cama redonda.

Uma coisa despertou ainda mais a curiosidade de Mickey: a enorme banheira estava cheia de água e coberta por pétalas de rosas. Em frente a ela havia uma enorme poltrona de couro e um balde de gelo com uma garrafa de whisky que valia mais do que um rim no mercado negro.

Enquanto olhava curioso para a cadeira, escutou um barulho na porta. Foi rapidamente ver o que era.

A maçaneta girou em sentido ante - horário e a porta se abriu. Por ela passou um homem baixo, de cabelos brancos e rugas na cara. Estava vestido de calça social, camisa branca e jaqueta de couro. Usava um relojão de ouro e fumava um charuto.

Imediatamente ele olhou para Mickey e disse com um largo sorriso na cara:

"- Boa noite Mickey! Eu sou o Marcos. Por favor, eu vou pedir para que você aguarde mais um pouco, pois os seus serviços ainda não serão utilizados.

Gostaria que você esperasse na banheira sim? Eu volto em no máximo 20 minutos."

Disse isso e saiu.

Mickey nem teve tempo de dizer nada. Tirou a roupa , tomou os "Trovão Azul" e esperou na banheira. Estava muito receoso .

Após uma meia hora, Mickey escutou um barulho na porta. Escutou uma voz feminina e uma masculina, a masculina ele já conhecia , mas a feminina era nova:

"- Nossa amor que lindo!"

"- É para você meu bem. Tem uma coisa a mais no banheiro. Vai lá ver!".

Mickey escuta os passos de uma pessoa vindo na direção do banheiro. Nesse momento tudo o que ele mais quer é que pelo menos seja uma gostosa.

"- Gostosa, gostosa, gostosa...", ficava pensando ele enquanto ninguém aparecia na porta.

Sim era uma gostosa. E das grandes.

A mulher entrou no banheiro e quando viu Mickey deu uma longa risada.

"- Esse é o meu presente surpresa , de aniversário de casamento ?", diz ela em voz alta.

"- Sim. Não gostou?", responde o seu acompanhante entrando no banheiro.

" - Adorei..." , diz ela com os olhos brilhando.

A mulher era bem mais nova do que o cara. Ele devia ter uns 50 anos, e ela uns 32. Era alta ,morena, de cabelos lisos , muito bem tratados , até a metade das costas. Tinha um rosto fino, marcante, e estava apenas de batom e com sombra nos olhos. Nada de mais e nem de menos. No ponto.

Usava um longo vestido ,tipo tubo, preto e apenas uma gargantilha de ouro no pescoço.

Era deslumbrante.

Mickey não sabia se olhava para a mulher ou para o cara ou para ambos. Estava confuso demais. Essa situação era completamente nova para ele.

As coisas ficaram claras quando a mulher se despiu, e ficou nua , usando apenas a gargantilha .

A mulher entrou na banheira , com movimentos leves e se aproximou de Mickey.

Sem falar nada , ela começa a trocar carícias com ele e logo os dois começaram a se beijar.

Em uma pausa entre um beijo e outro, Mickey começa a escutar uma música instrumental , com instrumentos de sopro e piano. Parecia Jazz... mas e daí?

Notou que o homem estava sentado na poltrona, com um copo de Whisky na mão e um charuto em outra. Seu olhar era fixo na banheira.

Mickey percebeu que o homem quase não olhava para ele , e sim para a sua acompanhante , que nesta hora estava pagando um kekete para Mickey.

Outra coisa que chamou a atenção de Mickey, e que o homem não se masturbava , como ele tinha inicialmente pensado que ele faria.

Ele apenas olhava a cena, dava um gole no copo e levava o charuto a boca, soltando continuas descargas de fumaça .

Depois da preliminar na banheira, onde a mulher ficou excitadissíma , o trio foi para a cama. Aliás, apenas Mickey e a mulher foram, porque o homem sentou-se em um outra poltrona na frente da cama e repetiu os gestos que fazia no banheiro com a trilha sonora de maior classe ao fundo.

Mickey estava um pouco desconfortável com a situação, porque o olhar do cara o incomodava, mas aos poucos ele estava se soltando. A mulher dava bem, não era um espetáculo de mulher na cama, mas dava conta do recado.

Ela gritava muito, rebolava , pedia tapas e puxões de cabelo.

Ao chegarem na cama, a mulher, que Mickey nem ao menos sabe o nome, continua na xupeta , estava incontrolável! Manuseava a trozoba de Mickey com excitação e certo desespero.

Chupava e tocava uma. Chupava e tocava uma.

Depois a mulher se colocou de quatro. Apoiou com as mãos na cabeceira da cama, e empinou e abriu bem a bela bunda que tinha.

Mickey ficou maluco! Olhou aquilo e nem se lembrava mais que tinha alguém o olhando.

Colou seu pau naquele rabão quente, e metia forte. Sem violência, colocava seu pau até onde desse e queria mais. Tirava bem devagar e colocava com tudo, devagar também.

A cada enfiada a mulher ia ao gemia alto e dizia : " - Delícia..."

Depois ela se levantou, empurrou Mickey delicadamente para trás e sentou no seu pau, para cavalgar lentamente igual ao que ele fazia.

Ela sentava até as bolas do pau dele e depois subia lentamente, e depois sentava lentamente e com força de volta.

Mickey estava indo ao êxtase! A mulher tinha um jeito selvagem- acometido de dar.

Parecia que ela iria esfolar a rola dele com a buceta, mas não. Chegava no limite e depois aliviava por alguns instantes, para depois acabar com ele de novo.

Alguns minutos depois , a mulher goza, no momento do jato de prazer dela, ela arranha o peito dele com as unhas e geme alto, olhando para o marido, que solta um sorriso de leve e dá uma tragada no charuto.

De repente, a mulher se levanta e vai ao banheiro, deixando Mickey de pau duro ainda louco para gozar.

Mickey escuta o barulho do chuveiro, parece que ela esta tomando banho.

Neste momento, o homem que esta sentado na poltrona fala:

" - Mickey meu velho, os seus serviços foram cumpridos com perfeição. Agora, vou pedir para que você se retire, pois agora fica por minha conta."

Mickey totalmente sem jeito responde:

"- Tá bom então. Quando precisar ..."

"- Pode deixar eu ligo. Até logo."

Mickey entendeu bem o recado. Era para ele se arrumar rápido e sair dali mais rápido ainda.

Pegou meias e cueca, calça e tênis e saiu do quarto.

Foram os R$ 2.000 mais fáceis de ganhar da vida dele, mas ele ainda estava de pau duro e queria gozar.

Chegando em casa, Mickey ficou pensando em quem na verdade tinha contratado os serviços dele esta noite: o tal do Marcos ou a mulher dele.

Para Mickey estava claro: Marcos o tinha contratado para comer a mulher dele enquanto ele se deliciava vendo o coito.

Que merda. O seu humano é uma merda.

Pelo menos a mulher gozou , e a safada metia muito bem. Uma das melhores que ele já havia comido até agora.

"- Espero que eles me chamem de novo..." , pensava ele. Queria ter gozado com aquela mulher, mas não deu. Fica para a próxima.

Por mais que Mickey fosse um cara "liberal" e de "cabeça aberta", mesmo para ele era difícil entender o tipo de prazer que Marcos poderia sentir ao ver outro homem torando a sua mulher e mais, depois ele a toraria!

Não dava para entender, acho que nem Freud explica. Mas, de novo, quem liga?

Mickey tinha ganho um boa grana e comido uma gostosa. Valeu à pena, mesmo que um estranho sentimento de arrependimento viesse de vez em quando martelar na sua cabeça, dizendo que ele talvez estivesse indo longe demais com esta história de puto amador

Sunday, April 20, 2008

Essa vida não é fácil!

Pois é. A vida de Personal Sex Trainner de Mickey ia de vento e popa, muito mais do que ele jamais sonhara.

Um dia torava Pamela e outro dia Andreia, uma vez na semana ia no Texas Moon e comia umas 3 vagabundas diferentes , uma vez ou outra uma aluna era o lanche e assim ia. Mas , o leque de oportunidades de Mickey ia aumentar bastante com a nova proposta de Clélia.

Após a aula , Clélia , como é de costume, vai falar com Mickey . Ao ver a aproximação da coroa, Mickey já pensa: " - Qual será a putaria dessa véia safada heim?".

"- Mickey, tenho uma festa de gala para ir e preciso de um acompanhante. Lhe ofereço R$ 300, para ir comigo. Topas?"

" Lógico! Quando é?."

"- Sexta. É necessário ir de smoking e sapato. Te pego na sua casa às 22:00 hrs."

"- Fechado!."

"- Caralho! Trezentos paus só para ir a uma festa e depois comer a coroa? Fechado?.... Fechadíssimo porra!", pensa Mickey eufórico.

No dia marcado, Mickey aluga um smoking, dá um lustro no sapato , faz a barba, depila o corpo e apara o cabelo. Após se arrumar, da uma última olhada no espelho e constata que é quase um 007 tupiniquim.

Clélia chegou na hora marcada . Ela deu uma boa olhada em Mickey , para ver se estava tudo bem. Ele esta lindo! Valendo cada centavo dos R$ 300 que ela ia pagar.

Mickey entrou no carro, fechou a porta e os dois rumarão para a tal festa. No caminha Clélia foi dando as dicas de como Mickey devia se portar: não exagerar na bebida, comer pouco, não cobiçar as mulheres alheias e não se aprofundar em assunto nenhum com ninguém, em suma : Mickey deveria ser uma Miss Brasil com bolas , apenas sorrindo e acenando para os outros.

Mickey entendeu o recado muito bem, ele estava sendo pago apenas para acompanhar Clélia e mais nada. Talvez nem teria uma noite de sexo como havia pensado antes.

Muito bem, chegando na festa Mickey já esperava ser cobiçado pelas outras mulheres, mas não esperava que fosse tão descaradamente, pois as demais mulheres não tiravam os olhos dele , queriam saber quem era o acompanhante de Clélia.

Após apresentar Mickey para os seus amigos , Clélia foi para a pista de dança , exibir o seu "escravo". Obviamente, Mickey deu um show à parte, e ainda mais acompanhado de uma de suas melhores alunas.

Clélia chamou Mickey para isso, para chamar a atenção dos outros, ou melhor das outras.

Depois da dança Clélia foi ao banheiro, não percebendo que estava sendo seguida por outra mulher com a mesma faixa - etária que a sua.

A mulher chega perto de Clélia, dá uma olhada em volta e pergunta:

"- Querida, me desculpe a intromissão, mas qual é o nome do seu acompanhante?"

"- Mickey. O telefone dele 8922-4178. ", diz ela calma, sem surpresa nenhuma com a pergunta da desconhecida .

" Humm...obrigado. Ele só acompanha ou.... você sabe..."

" - Acho que os dois, mas pergunta você para ele. Discretamente , porque essa noite ele é meu."

"- Claro, claro. Fica tranqüila! Beijinhos!"

A mulher sai do banheiro , apressa o passo , se aproxima de Mickey e diz:

"- Boa noite. Como é o seu nome?"

"- Boa noite. Meu nome é Mickey."

"- Eu conversei com a sua acompanhante há alguns instantes no banheiro, e ela me disse que você, heee... presta outros tipos de serviços..."

Mickey olha bem nos olhos da mulher. E diz: " - Faço o serviço completo, e dependendo da pessoa, eu até dou um disconto", diz ele olhando descaradamente para os implantes de silicone de coroa.

"- Sei.... bom eu tenho o seu número. Se precisar eu ligo. Até logo.", diz a mulher desconsertada e ao mesmo tempo levemente excitada com a postura de Mickey.

" Até, e boa noite."

"- Fazendo novos contatos?", pergunta Clélia , chegando de supetão.

"- Apenas negócios."

As horas foram passando, e Mickey habilmente foi fazendo a sua parte. No final da noite, Clélia levou Mickey para casa e no caminho lhe deu um envelope contendo a quantia combinada.

Mickey sacou na hora , que nesta noite ele apenas a acompanharia e não terei que prestar nenhum favor sexual a ela. Não que ele não quisesse, é claro.

Ao sair do carro, Mickey se despediu verbalmente , deixando Clélia com um leve desconforto por não ter sido nem ao menos beijada no rosto.

Este desconforto levou Clélia a dizer: " - Não vai nem me dar um beijo no rosto?"

Para o delírio do seu ego, Mickey olha para Clélia e diz: " - Pelo que eu entendi , isso não está incluso no pacote.", e fecha a porta do carro.

Mickey 1 x Clélia 0.

A resposta de Mickey foi fulminante. Clélia se conteve na hora, não quis demonstrar que as palavras de Mickey fuzilaram a sua auto - estima e moral.

Chegou em casa, foi até o seu quarto e olhando-se no espelho desabou a chorar.

Pois é , nem sempre precisamos de alguém para nos dizer as verdades mais duras e obscuras sobre nós. A nossa própria consciência é que as grita para gente, de maneira tão alta que faria o AC/DC parecer um bando de pernilongos numa noite de verão.

Nesse momento , Clélia desabava diante destas verdades:

Ela só conseguia companhia se pagasse por ela? Uma mulher de 40 anos, bonita e gostosa, só tem sexo pago , ou quando se oferece há um homem sem nenhum pudor?

Estão questões ecoavam na cabeça de Clélia , que não tinha outra reação a não ser chorar e amargar o sabor do whiskey 20 anos que tomava sem gelo.

É foda. Mas quem liga? Mickey é que não com toda a certeza.

Em contrapartida a tristeza e solidão de Clélia, Mickey chegou em casa nas nuvens. Tinha ganhado uma boa grana, para não fazer nada , e tinha conquistado uma nova cliente e ainda tinha colocado os pingos nos "is" com Clélia. Sem dúvida uma noite perfeita.

Logo pela manhã, Mickey recebeu uma ligação no seu celular:

"- Alô ?."

"- Bom dia, por favor o Mickey?", diz uma voz de mulher.

"- Bom dia , é ele quem fala. Quem é?"

"- Oi Mickey aqui quem fala é a Gisela, eu estava na festa de sexta , e nós conversamos sobre... os serviços que você presta...".

"- Ahh! Sim, como eu poderia esquecer. Tudo bem Gisela, em que posso te ajudar?"

" - Na verdade Mi, tem uma amiga minha que quer fazer uma festa com um ... dançarino sabe, mas ela tem vergonha de ir atrás de um. Ai, eu estou fazendo as vezes de promoter sabe..."

"- Sei, sei . Você quer só um dançarino ou algo mais ?."

"- ....Ai , eu acho que só o dançarino mesmo... !"

" - Para quantas pessoas?"

"- Umas 10 mulheres."

"- O preço é R$ 500."

" - Ai ótimo. Fechado! O endereço é Rua das Cornualhas , 823 , apartamento 63º. A festa será na próxima quinta. Tá bom?"

"- Estarei lá Gi. "

"- Beijo"

"- Tchau".

Mais dinheiro e fama. Mickey tinha o final de semana inteiro para aprender o que um Stripper faz, como ele dança e tira a roupa de maneira não ridícula e amadora.

Pesquisou alguns vídeos na internet e treinou em casa na frente do espelho. Foi à um Sex Shop dos bons e comprou as roupas necessárias. Ensaiou exaustivamente , até que a sua apresentação não obtivesse nenhuma falha.

Durante a semana, Clélia ignorou Mickey como de costume. Mas ele, já estava experiente e, para dizer a verdade, não estava nem ai para ela. Não precisava mais da coroa para nada, já tinha feito seu nome inicial na noite e nem precisava dela para entrar no Texas Moon.

Na noite de quarta-feira, como já tinha virado regra, Mickey ia ao Texas com Andreia, mas nessa quarta ele não quis ir. Ela insistiu muito, mas ele não foi.

Queria se guardar para a festa das coroas. Repassar mentalmente com muita calma, todos os passos da sua apresentação. Sabia que era uma chance única de conquistar novas clientes.

Mas ele tinha uma coisa em mente, não transaria por dinheiro. Isso nunca! Fuderia apenas se quisesse e se a companheira merecesse. Nada além disso!

Na fatídica noite, Mickey se depilou, fez a barba e tomou um belo banho. Colocou a sua roupa de trabalho e foi a caminho do sucesso.

Chegou no apartamento sem maiores problemas. Colocou a sua música, abaixou as luzes e entrou em cena.

A mulherada foi ao êxtase !

Ele subiu em cima da mesa , com as mulheres em volta, e foi tirando as peças de roupa uma a uma, enquanto se esfregava com cada mulher da sala.

Com as mais gostosas, Mickey quase fazia sexo com roupas , com as mais avariadas pelo tempo, Mickey apenas dançava sensualmente.

Mas todas sem exceção, estavam adorando a esbórnia!

O ponto alto da festa, foi quando as mulheres começaram a colocar notas de dinheiro na sua sunga, e não eram poucas notas não. Eram gordas somas de dinheiro que estavam indo para a sunga dele. Ao colocar o dinheiro na sunga de Mickey , algumas ,indiscretamente, passavam a mão no seu pau, bolas e bunda.

Ele percebia isso, mas claro, não falava nada.

Ao final da apresentação, ele foi super aplaudido e foi convidado para ficar na festa. E ele, é claro, aceitou.

Ficou conversando com as mulheres de sunga mesmo, bem à vontade. Sem nenhum pudor ou vergonha.

Algumas tiazonas , não agüentavam e vez ou outra passavam as mão nos braços , abdomem e na bunda de Mickey.

Após algum tempo, Mickey decidiu ir embora, mas antes deu o seu telefone para cada uma das mulheres que estavam na festa, além de fazer questão de abraçar cada uma.

Esse abraço, era mais um amasso, pois ele se esfregava todo na mulher, de maneira que ela pudesse sentir o volume da sua sunga.

Uma delas ao se despedir, não se aquentou e disse bem baixinho no ouvido dele: " - Quero você amanhã, só para mim!".

" - Me liga, que a gente vê isso ai"

Na porta de saída, já devidamente vestido, ele se despede de Gisele e recebe o seu pagamento. Ao se despedir, Gisele também se declara: " - Quanto é para uma apresentação exclusiva para mim?"

"- Me liga que a gente conversa. Mas para você eu dou um desconto.", diz ele colocando a mão dela no seu pau duro , e depois retirando devagar.

Eufórico Mickey vai para a sua casa com mais R$ 500 e pelo menos duas novas clientes na sua cartela . Nessa noite Mickey dormiu com um sorriso de orelha a orelha.

No dia seguinte , pela manhã, Mickey recebeu três ligações em seu celular de três mulheres que estavam na festinha em que ele foi a estrela. Marcou uma "apresentação" por noite, para que pudesse fazê-las bem feito e garantir a satisfação da sua clientela.

Cobrou R$ 300 por cada visita, que seria apenas um conjunto de danças eróticas e nada mais . Como ele próprio já tinha afirmado , não iria se prostituir.

A primeira apresentação seria no apartamento de Maysa. Era uma coroa , estava mais ou menos de condição física . Na " Escala Mickey" de gostosura , que tem 6 como média, ela levava 6.2.

Não era nenhuma Clélia mas estava bom. Ele não ia comer ela mesmo.

Muito bem . Chegou no apartamento dela. Era uma enorme cobertura nos Jardins , luxuosa e imponente . De encher os olhos de qualquer um, ainda mais de um pé rapado como Mickey.

Ele chegou, já vestido, e não encontrou ninguém no apartamento a não ser Maysa.

Colocou a música tema, e partiu para a sua apresentação. Dançou , requebrou , tirou toda a roupa , ficando no final, apenas com a ridícula sunga de lantejoulas amarelas . A mulher adorou!

Durante a apresentação, é claro que Mickey abusou de Maysa. Dançou bem perto, colado nela, se esfregava e passava as mãos dela no seu corpo.

Após a dança, Maysa fez menção de querer colocar o pagamento de Mickey na sua tanga. Ele, inocentemente , chegou mais perto para que ela colocasse e se sentisse realizada com aquele ato safado.

Coitado, ele nem percebeu as reais intenções da pervertida.

Quando ele chegou bem perto, ela puxou a sua sunga de uma vez só , e nem perdeu tempo , colocou logo a boca no pau dele.

A primeira reação de Mickey foi de espanto e repulsa. A mulher não era das mais gostosas e ele não estava preparado para isso. De imediato ele queria afastar aquela boca véia do seu pau.

E ele ia fazer isso!

Segurou bem forte Maysa pelos cabelos, mas não conseguiu desconectar a boca dela do seu pau. O seu corpo não queria isso, ele não o obedecia. Agora o seu corpo tinha um novo mestre, o seu pau!

O instinto de macho já tinha tomado conta de Mickey e agora já era tarde, Mickey iria comer a coroa e, fazendo isso , estreava de vez na vida de puto.

Sim, porque sendo todas as mulheres amigas, uma certamente iria falar com a outra sobre as "qualidades" dele. Dessa forma, ele não podia decepcionar , caso contrário perderia dinheiro, e isso, ele definitivamente não queria.

A estréia como puto lhe trouxe uma triste verdade: ele nunca mais sairia de casa para uma "apresentação" ou acompanhamento sem Viagra, uma caixa de camisinha e gel lubrificante. Nunca mais !

Pois, por mais que ele se concentrasse em comer Maysa, era foda. Ele nunca tinha comido uma mulher que não tivesse "gostosa" como um dos 3 adjetivos principais que a descrevesse. Maysa foi a primeira.

Ele fez o seu trabalho, comeu a coroa 2 vezes , realizou todas as putarias que ela queria. Deixou-a cansada de propósito para que ela não pedisse a terceira foda.

Fuder três vezes com uma coroa na média ia ser demais. Ele não ia conseguir.

Com um sorriso largo no rosto, com a bunda vermelha de tanto tapa e com mordidas nas tetas, Maysa paga Mickey e marca um novo encontro para a semana que vem.

Mickey agradece, da um selinho em Maysa e vai embora.

Assim que o puto saiu do seu apartamento, Maysa ligou para as sua amigas e contou com detalhes como tinha sido a sua noite com o Mickey.

Mickey seria o puto da turma de carteado , porque todas, sem exceção quiseram o telefone dele para contratar os seus putos serviços.

Mickey chegou em casa, tomou um bom banho e deitou. Durante os minutos que precederam o seu sono, algo lhe importunava a mente que não o deixava dormir.

"- Já sei! Da próxima vez eu gozo na cara dela! Faltou isso!", pensou ele antes de dormir pesadamente.

Próximo Post: A constatação de um Puto: O mundo está podre e Jesus tá voltando, de moto!

Sunday, April 06, 2008

Algumas semanas depois de comer Clélia em um dia e Pamela no dia seguinte, Mickey estava meio cansado de comer as alunas na "Sala do pós-aula".

Tudo bem, fazer sexo é sempre bom, ainda mais quando é você que sempre manda e escolhe o que vai fazer ou não. Mas ele desejava algo diferente.

Após a sua aula matinal, Clélia se aproximou secamente de Mickey e disse:

"- Preciso conversar com você, em particular."

"- Fudeu! Tá grávida, certeza!", pensou ele de bate-pronto.

Caminharam até a Sala de Avaliação Física, ele trancou a porta e se sentou na mesa.

"O que foi Clélia?", disse ele.

" Mickey, você já ouviu falar em casas de swing ?."
"- Já . Mas nunca fui. Porque?."

" - Uma amiga me convidou para ir, mas precisa de um acompanhante masculino para entrar. E eu não conheço ninguém que toparia ir comigo. Ai me veio o seu nome na cabeça. Tá afim? ."

"- Mas é claro! Quando vamos ? ."

"- Vamos amanhã, te pego na frente da academia às 22:00 hrs. "

"- Então ... tá . Até a manhã então!.", disse Clélia se dirigindo a porta de saída da sala.

"- E hoje Clélia, tem alguma para fazer?", disse Mickey com uma má intenção palpável nos olhos.

Clélia, parou de costas para ele, conferiu a tranca da porta, para ver se estava fechada mesmo - e estava - e logo em seguida disse ,de costas mesmo:

"- Pensei que você não ia perguntar!", ao falar, abaixou a calça legging amarela , junto com a calcinha e caminhou na direção de Mickey , que estava espantado com a reação dela.

Mickey estava sentado na mesa.

Clélia de aproximou , abriu o zíper de velcro, abaixou a cueca dele , juntamente com a bermuda , colocou a camisinha com a boca. Não pagou a pepeta, só colocou-a com a boca para fazer um charme, e depois , quando ia sentar no pau dele, de costas... não sentou!

Caminhou empinando e rebolando a bunda, propositadamente, em direção a sua bolsa. Abriu um pequeno compartimento interno e de lá tirou um pequeno frasco, de corpo transparente e tampa vermelha.

Mickey ficou apenas olhando aquela inusitada situação, como se isso tudo já não fosse muito irreal.

Clélia abriu o frasco, passou um pouco na palma de uma mão e depois espalhou na outra e passou na sua bunda gostosa.

Mickey não estava entendendo nada, e logo pensou : "- Qué que é isso , meu deus do céu?!?!".

Ela então sobe em cima da mesa, e de costas , senta lentamente no pau de Mickey.

Senta devagar, mas não com a buceta, mas com o cú.

Mickey se delicia com a lenta penetração. O bem da verdade é que só a visão da enorme bunda de Clélia, daquele jeito, já era muito excitante.

Mickey vê , de camarote , a penetração de seu pau no cú de Clélia.

Por um bom tempo, essa é a tônica da foda.

Um tempo depois, Mickey com dor nas costas, sugere uma mudança de posição.

Os dois se levantam da mesa, ele a coloca de costas para ele , curva um pouco o tronco dela ,pega uma bolinha de fisioterapia , que é exatamente do tamanho de uma bolinha de tênis , porém não tão dura, coloca na boca de Cléia e coloca com força seu pau no furico dela.

Tora fortemente, sem dó. Tira quase tudo e depois coloca até as bolas.

Ela geme, mas ninguém ouve. Santa bolinha!

No ápice do prazer, ele tira a camisinha e goza na entrada no furico, quase encostando a cabeça do pau no cú. Goza muito. Ela , que se masturbava enquanto era enrabada, goza também.

Se limpam , se arrumam e se despedem:

"- Até a manhã então?", diz ele:

" - Dez horas em ponto aqui, se não já era." , responde ela secamente.

O resto do dia, Mickey só viaja, apenas pensando em como será a noite de amanhã.

Nem nota a chegada de Pamela, e nem a vê sair, simplesmente ligou o "piloto automático" e a tonta nem percebeu que as respostas eram vagas e por vezes desconexas.

Enfim, chega a hora da estréia de Mickey na noite da putaria. Prevenido, ele passa na farmácia perto da sua casa, compra dois "trovão-azul" - também conhecido como Viagra - compra mais uma caixa de camisolas e um gel lubrificante.

Sua cabeça esta a milhão. Tantos pensamentos que ele nem consegue raciocinar direito .

A ansiedade de Mickey era tanta que ele chegou meia hora adiantado, coisa que nunca fez, e esperou Clélia pacientemente . Clélia chegou na hora exata que foi combinada.

No caminho foram conversando, e Clélia fez questão de deixar bem claro que em uma casa de Swing ninguém e de ninguém, mas, é necessário ter muito respeito e consciência do que fazer.

O lugar, de nome Texas Moon, era grande e espaçoso, situava-se em uma rua um pouco movimentada no centro da cidade.

Na entrada , Clélia e Mickey se apresentam juntos, o total do casal era de R$ 180.

Caso um homem deseje entrar sozinho , ele pagará R$ 200! Já uma mulher, pagará apenas R$ 120.

Desde a entrada , Mickey ficou maluco de ansiedade . Ao entrar no local, o casal é encaminhado para os armários, onde devem ser depositados os seus pertences.

Estes armários são equipados com senhas, pois os clientes da casa não possuem "bolsos" para guardar as chaves.

Pois bem, depois de guardadas as sua vestimentas, Mickey veste o seu roupão, traje dado a todo mundo, tanto homens como mulheres.

Nessa hora, Clélia agraciou Mickey com um boquete, de leve: "- Apenas para relaxar!" ,disse ela.

E deu certo. Mickey ficou mais calmo, por isso se lembrou de tomar os dois "Trovões".

O Texas Moon, tinha um grande salão central, onde funcionava uma espécie de lounge, onde os clientes de conheciam. Neste lugar , explicou Clélia, era completamente proibido mostrar qualquer parte íntima ou realizar qualquer ato que atentasse contra o pudor alheio.

Do outro lado da extremidade, Mickey viu cinco entradas, que davam para cinco corredores . Clélia explicou que o primeiro corredor iria levar ao "camão".

O Camão, era na verdade um enorme tatame, onde os casais se comiam simultaneamente . Em poucas palavras, era a putaria solta , a própria Sodoma e Gomorra. Neste espaço , muitos casais trocam de parceiros , muitas vezes um homem com várias mulheres , e, o mais comum, um mulher com muitos homens.

E comum vermos neste ambiente também, casais que não trocam de parceiros, e se reservam apenas ao ato de se masturbar observando a louca fornicação ao vivo.

Na entrada seguinte a esta, Clélia explicou que aquele corredor levava as pessoas aos chamados "darkroom " ou "jogo do quarto escuro", que são ambientes sem iluminação, completamente escuros, com poltronas ou sofás nos quais os casais trocam carícias ou mesmo relacionam-se sexualmente. O estímulo desejado é mais auditivo que visual, permitindo grande privacidade .

O corredor do meio, era o predileto de Clélia. É chamado de "Aquário", pois as paredes dos quartos são feitas de vidro, nos quais os casais se relacionam a portas fechadas enquanto do lado de fora todos podem assistir.

"- Vagabunda.... gosta de dar enquanto os outros olham.... ", pensou Mickey, após Clélia dizer que os Aquários eram o seu preferidos.

No próximo corredor , o Texas Moon oferecia os "Confessionários"; salas com camas ou poltronas individuais, separadas do ambiente externo por treliça, permitindo assim a visualização de quem está de fora assistir a fudeção descarada.

E o último corredor, oferecia a "opção" mais sem sentido, pelo menos para Mickey , era o "labirinto". Uma sala com pouca iluminação, estruturada na forma de labirinto, cujo objetivo é encontrar a saída. No trajeto, os casais trocam carícias e encontram pequenas surpresas, como confessionários, espalhados pelo ambiente.

Nem é preciso dizer, que ninguém que entra no labirinto quer achar a saída. Pois, a fudeção nos corredores era tão grande, com tantas pessoas, que era difícil arrumar espaço para trafegar.

Explicado os caminhos a percorrer , Clélia disse : " - Agora se vira gostosão ! Mas guarda um pouco dessa porra ai pra mim heim!". Clélia virou de costas e seguiu rumo ao corredor que levava ao Camão.

Por um estante , Mickey se sentiu sozinho. Mas a sensação passou rapidamente, quando um senhor de mais ou menos 50 anos, se aproximou e disse: "- Ei cara, se pode comer a minha mulher? Ela quer dar para você mas está com vergonha de falar.", disse o tiozinho.

"- Quem é a sua mulher colega?", retrucou Mickey, desconfiado.

"- É aquela ali ó..", apontou o tio para uma mulher ruiva, que estava sentada no bar do launge encarando Mickey. Durante o encontro dos olhos, ela discretamente deixou um dos seios a mostra.

Pra quê Viagra?

Mickey olhou a tal mulher e não acreditou! Era muito gostosa. Só podia ser golpe dela no tiozão, não é possível!

Quando ela percebeu que Mickey tinha olhado para o seu seio, ela se recompôs rapidamente.

Mickey virou-se para o tio e disse: "- Como vai ser? Já aviso que eu não como bunda de homem."

O cara , por um instante fez uma cara de desgosto, mas logo disse:

"- Come ela no Aquário, assim eu posso ver."

"- Bate que ela gosta ", finalizou ele .

Pois bem, Mickey se aproximou da moça, seu pau era sabre de luz Jedi, colocado estrategicamente de lado , para não furar a barriga de alguém.

Chegou bem perto e disse: " - Boa noite! Você gostaria de me acompanhar até um dos Aquários?".

Ela simplesmente meneia com a cabeça, e segue segurando as mãos de Mickey.

Chegando no Aquário, Mickey tranca a porta de vidro , para não ser incomodado.

A mulher, escolheu o quarto com vidros normais , e não com vidros escurecidos que permitem apenas as pessoas que estão de fora verem o que está acontecendo dentro do ninho do pecado.

Mickey achou um pouco estranho mas nem ligou. Olhou ao redor e o marido, se é que era marido, estava na quarto ao lado, acompanhado de um outro tiozinho .

A mulher começou a chupar a rola de Mickey violentamente, ele a segurava forte pelo cabelo , e lhe dá tapas na cara, enquanto ele engole o seu caralho.

Mickey , por instinto olha na direção do tio que acompanhava a mulher e percebe que ele estava tocando uma punheta, excitadíssimo com aquela cena.

Se não fosse os trovões, Mickey tinha broxado na hora. Mas não .

Se concentrou , decidiu que não olharia mais para os lados, apenas olharia para a vagabunda que estava torando.

Tirou o roupão dele e rasgou o dela, colocou-a de quatro e penetrou forte.

Mickey não percebeu, mas quando ele tirou o roupão, obviamente seu corpanzil ficou a mostra, chamando a atenção de muitas mulheres e muito mais homens ainda, que começaram a se juntar ao redor do quadrado de vidro para ver o debute de Mickey.

O ser humano é bicho podre.

Completamente pelado, Mickey comeu a mulher de quatro , como era um garoto prevenido, trouxe o seu anel de silicone, pois queria fuder muito naquela noite.

Enquanto bombava ela de quatro ferozmente, lhe dava muitos tapas também. Tapas fortes, que davam para escutar do outro lado dos vidros. Ela não reclamava , apenas gritava , mas não de reprovação ou dor, mas de regozijo.

Os joelhos de Mickey estavam doendo, decidiu mudar de posição. Colocou a moça de lado e a traçou-a de "ladinho".

Nesta posição, era impossível ele não notar que o acompanhante da moça estava sendo enrabado pelo outro homem que estava com ele na redoma de vidro.

Enquanto era torado, o tiozinho, tocava uma pupunha e olhava vidrado para a sua acompanhante que estava sendo fodida por Mickey

Mesmo com dois viagras, vendo aquela cena ele quase brochou. Quase. Porque se ele brochasse, nunca mais poderia entrar nesse templo da sacanagem e putaria.

E ele não queria isso. Fez força, se concentrou mais ainda e mandou ver.

Para o espanto de Mickey, a moça teve os espasmos característicos do orgasmo feminino apenas quando estava olhando para o seu acompanhante sendo enrabado.

Olhando para ele, a Moça gozou escandalosamente.

Mickey perdeu completamente o tesão , tirou seu pau ainda duro , colocou o roupão e saiu de cena. Rumou em direção ao vestiário para tomar um ducha.

Abriu a porta de vidro e nem viu o que aconteceu atrás de si. No caminho, foi seguido por um homem, que lhe cutuca o ombro e diz:

"- Eu vi que você não gozou ainda, goza em mim!"

Mickey nem olha, de tanto nojo e diz bravo por cima do ombro:

"- Sai fora rapá! Eu não como bunda de homem porra!", e apressa o passo.

Chegou no vestiário desgostoso, um lado seu queria sumir dali o outro queria mais.

"- Caralho, esse remédio é bom mesmo. Tô de pau duro ainda!", pensou ele, para dar uma descontraída interna.

Tomando uma ducha, de costas para a porta do vestiário, que não tem porta que separe as cabinas - para facilitar a putaria com água - Mickey sente um toque no ombro, exatamente igual ao que recebera a menos de 10 minutos.

"- Puta que pariu rapá! Já disse que não como bunda de home....", parou a frase quando viu quem o cutucava.

" - Oi professor, que bom ver você por aqui!", disse a linda jovem , que estava nua e com um sorriso muito mais do que provocante no rosto.

"- Você me conhece da onde?", pergunta Mickey desconfiado e de pau duro.

"- Eu sou amiga da Pamelinha, que malha na academia onde você dá aula." , responde a safada.

" - Sei...sei, foda-se! Cai de boca!", explode Mickey , que nem sabia o porque da dúvida.

A moça ,é lógico, caiu de boca.

A jovem era pequena, de pele morena, queimada do sol. Cabelos médios, escuros, bem lisos e um rosto lindo, com belos olhos verdes. Tinha uma boca bonita, que ficava mais irresistível ainda por causa de um pequena pinta que tinha do lado esquerdo.

Uma das maiores surpresas que Mickey teve até agora, foi a constatação de que a safada fazia o melhor boquete da história de sua vida Mickey!

Não chupava desesperada e nem calmamente, chupava em média velocidade até o fim, e depois voltava. Ia até as bolas e depois percorria o caminho todo de volta até a cabeça.

Parava um pouco , chupava as bolas. Se deliciava chupando as bolas!

Depois voltava para membro. Cuspia e chuva todo e assim ia.

Quando Mickey deu sinais de que gozaria , ela surpreendentemente , tirou a camisinha e deixou que Mickey gozasse na sua cara, em toda ela.

Seu prazer era evidente.

" - Vamos pro aquário? Ou você não tem mais fôlego? ", disse ela se levantando e tirando sarro da cara de Mickey.

" - Deixa eu tomar uma ducha de 5 minutos e já vamos pro show." , disse ele serio.

Durante a ducha, Mickey se concentrou muito. Queria ir para o aquário e deixar a melhor impressão possível. Iria fazer tantas estripulias , que todas as mulheres iriam querer dar para ele.

Após o banho, ele diz: " - Vamos gata?".

Ela meneou com a cabeça que sim e saíram de mãos dadas do vestiário. Ela estava de roupão e ele completamente pelado, com o sabre em riste.

Passou pelo launge rapidamente , sem dar motivo algum para uma abordagem dos seguranças e entraram no corredor do meio, o dos aquários.

Escolheram um que não era possível a visualização internas, apenas as pessoas que estavam fora poderiam ver quem estava dentro. Mickey não queria ser incomodado pelos olhares de ninguém , mas sim, que todos olhassem para ele.

Trancou a porta e imediatamente , partiu em direção da jovem.

De pé mesmo ,ela começou a mamar na sua pica. De instantes em instantes , Mickey mudava de posição , para que todos o vissem de todos os ângulos.

A moça ,que percebeu a intenção de Mickey, não fazia objeção nenhuma e parecia concordar com as intenções dele.

Um tempo depois do boquete mágico, Mickey colocou a moça de pé , tirou o seu roupão, e a carregou no colo, com ele no meio das pernas dela. Achando que ele já ia penetrá-la , a moça se preparou-se para ser castigada.

Mas não foi. Habilmente , Mickey a suspende e a gira , de maneira que a sua cabeça ficasse para baixo e as suas pernas para cima.

A boca da moça estava a 2 cm do pau de Mickey e a boca dele a 3 cm da xoxotinha da moça.

Ela grudou as mão na bunda de Mickey , para que a chupeta fosse firme, ela nunca tinha feito esta posição mas já a estava achando a melhor.

Mickey segurava a moça, enquanto ele chupava a sua buceta de cabeça para baixo com maestria! Não deixava a desejar em nada para Ron Jeremy ou John Holmes!

O casal não sabia, mas inúmeros casais rodeavam o quarto envidraçado , se deliciando com as cenas mais do que quente deles.

Mickey então , vira a moça novamente, e com ele entre as pernas dela, de pé, penetra-a .

O público vai a loucura. Os casais fora do quarto se excitam a cada manobra de Mickey e não conseguem desviar o olhar deles.

Mickey bomba forte com a moça, de pé, segurando-a com os braços e bombando muito forte.

Sentindo a eminência do gozo, Mickey resolve partir para o gran finale.

Coloca a moça no chão, de quatro. Cospe direto no cú dela e penetra-a com seu pau, direto e reto, como uma estaca no coração de um vampiro.

A moça geme alto, mas não reclama. Mickey sem a mínima dó, a come fortemente, com violência, enormes tapas na bunda e puxões fortes de cabelo.

Ao mesmo tempo que esta cena poderia despertar repulsa em algumas pessoas, ela desperta profunda admiração e inveja em outras.

Do lado de fora do aquário, quem estava observando o relação de Mickey , tinha exatamente este mesmos sentimentos. Algumas pessoas tinham um destes e outras tinham os dois.

Muitas mulheres e muito homens , ficaram com inveja da moça, que não só estava sendo torada por um colosso de homem, mas também estava sentindo muito prazer. Um prazer que provavelmente muitos deles, mesmo estando em um lugar profano como este, jamais sentirão .

Outros tinham inveja de Mickey, que era jovem, másculo e viril , como muitos nunca foram e nunca serão.

Não segurando mais o prazer, Mickey retira o seu membro , tira a camisinha e goza nos seis da moça.

Ela, como no ato todo não reclama de nada.

Após o frenesi sexual, a moça limpa a porra do seu peito , e ,de mão dadas com Mickey , sai do quarto.

Ao abrir a porta, os dois constatam que muitos casais os esperam na saída do quarto. Ninguém diz nada, apenas olham para os dois, desejando-os muito, ardendo de prazer. Os dois pareciam duas presas cercadas por inúmeros predadores.

Mickey não se intimidando, sai normalmente, de pau duro ainda , e caminha em direção ao vestiário. A moça o segue, mas visivelmente abalada com os olhares maliciosos sobre ela.

Os dois chegam no vestiário, e tomam uma ducha.

No meio do banho ela diz: " - Quando você vem aqui de novo?"

" - Não sei. Talvez na semana que vem. Gostei daqui."

" - Humm, sei. Eu venho aqui toda semana. Eu adoro."

" - Você é de menor?", pergunta ele.

" - Sou , mas na semana que vem completo 18 anos. "

"- Porque você vem num lugar deste , sendo tão...tão jovem?."

" - Desde pequena, sempre gostei de putaria. Descobri as maravilhas do chuverinho desde cedo.
Tive alguns namorados, mas não gostei de nenhum. Gosto de liberdade sabe, por isso venho aqui.
Aqui ninguém me enche o saco, se eu quiser eu dou se não, não. Muitas vezes venho aqui e só olho as pessoas transando , é super excitante. Você não acha?", pergunta ela.

"- Nenhum pouco. ", responde ele secamente.

Ela meio sem jeito dá um riso amarelo e se cala. Mas ele continua:

"- Gostei de comer você. Se tiver afim, quando vier aqui me dá um toque que eu te acompanho. Mas você sabe né, aqui ninguém é de ninguém."

"- É ? Gostou de me comer é? Se eu tiver afim eu te ligo sim", disse ela com desdém.

" - Bom professor, eu tenho que ir. Disse para a minha mãe que eu voltaria cedo da balada hoje. ", disse ela, dando um celinho na boca dele indo embora.

Mickey continuou por um longo período tomando banho, apenas pensando e relembrando tudo o que tinha feito esta noite.

Aquele lado de Michey que queria ir embora, agora é o lado que quer vir aqui toda a semana. Adorou tudo!

Uma única coisa incomodava : era que o seu pau. Ele ainda permanecia duro, em riste , quase como carvalho!

Mickey se arrumou, colocou o pau de lado e estava pronto para ir embora, quando Clélia o encontra, completamente nua, com a cara todo branca , cheia de porra de no mínimo uns 5 homens . Ela entra no vestiário para se lavar.

Após o banho de Clélia, ela pergunta:

"- E ai bonitão, vamos?."

"- Embora?."

"- Sim!"

"- Claro, vamos."

Por um estante Mickey achou que Clélia ainda quisesse dar uma. Talvez ele arregaria , mas só desta vez. Mas o pau ainda estava duro, como se fosse a primeira vez de Mickey com uma mulher.

No dia seguinte, Mickey acordou um caco para dar aula, mas a deu com todo o pique. Clélia também não faltou , mas estava visivelmente cansada .

No final da aula, Clélia disse a Mickey que talvez voltaria no Texas Moon na próxima semana. Mickey disse que tudo bem, que era só avisar que ele iria.

Durante o resto do dia, Mickey queria uma enorme pá, para que alguém juntasse os cacos dele e jogasse em uma cama.

Estava morto. Tão morto, que nem ouviu direito o que Pamela estava dizendo.

Para ele, a moça estava falando igual ao filme mudo em preto e branco .

O filme só ganhou volume e cor, quando de trás de Pamela , entra em seu campo de visão um pequena morena, linda , que ele já conhecia muito bem.

" - Mickey essa aqui é aquela minha amiga que veio ver como era a academia, o nome dela é Andreia.", disse Pamela, não entendendo o olhar fixo de um para o outro.

As vezes , a volta que o mundo dá é muito boa.

Continua....

Friday, March 28, 2008

É se fudendo que se aprende.

Na manhã seguinte, Mickey deu a sua aula matinal , da qual Clélia fazia parte, normalmente.

Após a aula, Clélia e Mickey se cruzaram, se cumprimentaram e mais nada. Sem olhares discretos ou risinhos de canto de boca.

"- Porra nem um beijo no rosto?!", pensou Mickey.

Apesar de gostar de ter sido , pela primeira vez, um objeto sexual, Mickey esperava um tratamento melhor. Não queria ser considerado um rei , mas queria um tratamento melhor do que simplesmente um aceno positivo de cabeça.

Pois é, agora ele sabe como as putas devem se sentir. Mas as putas pelo menos cobram, ele não. Entrou nessa vida porque gosta. O preço da putaria ilimitada às vezes pode não ser tão prazeroso quanto parece.

Mas , apesar deste pequeno momento de reflexão, Mickey não desanimou. Não iria desistir da sua vida , ainda mais agora que ela estava começando a ficar interessante.

Com o desprezo de Clélia, Mickey se concentrou em Pamela. Se a sua intuição estivesse certa, ela não iria lhe dar atenção hoje. Iria fingir que nada aconteceu , e, se caso Mickey forçasse a barra, ela iria dizer que ele a estava assediando.

Precisava ir com calma com a ninfetinha safada, ou poderia colocar tudo a perder.

Na hora do almoço, tomou um bom banho. Caso a ninfeta quisesse dar para ele, queria deixar uma boa impressão.

Na parte da tarde, como era de costume , Pamela chegou. Estava com um pequena mochila , e assim que viu Mickey , seu olhos inconscientemente brilharam.

A intuição de Mickey tinha falhado ridiculamente.

"- Boa tarde. Pronta para o treino de hoje?.", disse ele a ela.

"- Pensei a noite toda nele...", respondeu ela com um sorrisinho safado.

Pamela fez o treino que Mickey havia passado a ela, mas nem sabia o que estava fazendo. Sua cabeça só pensava nele: " -Como seria meter com ele? Será que ele é tudo isso mesmo?"

Depois do treino, ela se aproximou de Mickey e falou baixinho:

"- Disse para a minha mãe que depois da academia eu iria na casa de uma amiga e que só voltaria depois do jantar...."

Imediatamente Mickey olhou para o relógio, eram 15:00 hrs, rapidamente fez a conta: "- O período no motel é de três horas, sai uns 25 paus . Três mais três ... seis horas eu tô aqui! ."

"- Espera só um minuto, eu já volto. ", disse ele a ela. Saiu andando com passos largos e apressados. Aproximou-se de Jeferson, um outro professor da academia.

Conversaram rapidamente , e ele voltou para a presença de Pamela e disse:

"- Vamos?."

Ela nem respondeu, apenas foi seguindo Mickey . Durante o trajeto, foram conversando amenidades. Mickey poderia ficar falando por horas com ela, mas ela estava muito ansiosa e queria saber onde Mickey a estava levando.

Três quadras depois da academia, chegaram a um pequeno motel. Destes pequenos, onde dificilmente alguém se hospeda para passar a noite toda.

São usados por pessoas que querem ter um tempo de privacidade, geralmente três horas, por um custo baixo, uma qualidade média e praticidade.

Pamela nunca esteve em um lugar como este, tudo era novo , estava excitada ao mesmo tempo em que começava a sentir um pouco de medo.

Passaram pelo recepção sem problemas, Mickey escolheu o quarto e foram em direção a ele.

Chegando no quarto, Pamela ficou observando. Tinha espelhos no teto e nas paredes, com mulheres peladas desenhadas neles com uma espécie de resina branca.

A cama era grande, de casal. Tinha um televisão em um suporte alto, pregado na parede em frente a cama. Em frente a cama tinha um pequeno banheiro também.

Ao terminar de fazer a vistoria no quarto, os olhos de Pamela acharam os de Mickey .

"- Você nunca esteve num motel antes né?", perguntou ele.

"- Não essa é a minha primeira vez.", responde ela.

"- Primeira de tudo?"

"- Não. De tudo não."

Então Mickey de aproximou de Pamela, e começaram a se beijar e deitaram na cama.

Mickey estava cauteloso, a menina poderia não ser mais virgem, mas dificilmente agüentaria um sexo truculento , como o que Clélia gostava.

Delicadamente , Mickey começou a chupar os enormes peitos de Pamela. Se jovem , ela já tinha uma comissão de frete no 10, quando ficasse mais velha teria que freqüentar um cirurgião plástico com certeza , pois a gravidade seria bem cruel com ela.

Chupo-os bastante. Tempo suficiente , para ele notar que quem mandaria na safadeza de hoje seria ele. Não se importou.

Após mamar, tirou a calça legging preta que ela estava usando, olhou para calcinha de algodão branco ,e com muito carinho, a tirou.

Viu a jovem xoxotinha de Pamela, molhada de tesão. Pegava fogo. Foi a constatação de Mickey, quando colocou o seu dedo indicador dentro dela, como um termômetro. Só que de carne.

Ao ser penetrada pelo dedo de Mickey, Pamela soltou um gemido alto. Virou a sua cabeça de lado, e apertou o travesseiro com força. De vez em quando olhava pelo espelho e via o corpanzil de Mickey , debruçado sobre o meio de suas pernas.

De repente , ela sentiu uma sensação única até então na sua jovem vida. Não sabe descrevê-la, era... era... muito boa.

Será que estava atingindo o orgasmo pela primeira vez? Pensou ela.

Ainda não querida, ainda não.

Estava sendo chupada . Pela primeira vez . Agora sabia porque as cartas das mulheres para a revista Cláudia sempre diziam que o sexo oral era bom de mais.

Não era bom. Era divino.

Mickey alternava momentos de fúria e delicadeza . O boquete dele durou uns 20 minutos. Queria Pamela bem lubrificada e extasiada.

Tirou toda a roupa dela, tirou a sua também.

Pamela olhou o corpanzil anabolizado de Mickey e apenas esperou a penetração.

Ele colocou o preservativo, deu mais uma chupadela e colocou o seu pau dentro dela. Lenta e continuamente, até olhar para Pamela e ver que ela estava de boca aberta, escancarada , como se tivesse soltando um enorme grito mas sem som.

Começou a bombar, igual como fez com Clélia, em média velocidade. Fazendo-a sentir o movimento por completo. Não teve dó. Colocava até as bolas, mas não forçava a passagem.

Pamela nem existia mais. Estava em outro mundo, um mundo novo.

Até que repente , o êxtase de Pamela foi interrompido, por um tremor intenso .

Não sabia o que era aquilo, era muito mais forte do que o sentimento de ser chupada. Não conseguia mais segurar...

"- Ahhhhhhhhh!!!!!!!", um gemido misturado com um grito baixo. Pela primeira vez, Pamela gozou. E bem.

Mordeu até o ombro esquerdo de Mickey, na tentativa de abafar a sua expressão máxima de prazer.

Mickey deu mais umas seis bombadas e também gozou. Em silêncio, tranqüilo e sem escândalo.

Tirou o pau, nó na camisinha e camisinha na privada. Foi tomar um banho.

No meio do banho de Mickey, Pamela entra no box para tomar banho também.

Conversam amenidades e se beijam ardentemente.

"- Segundo Round!", pensou Mickey.

Mickey suspendeu Pamela, pegando-a no colo, de maneira que as pernas dela o entrelaçassem. Levou-a até a cama e a jogou como um saco de batata .

Agora seria do jeito que ele queria, sem cautela. Se ela queria um homem , ela vai ter. Já conheceu a face calma de Mickey e agora vai conhecer o lado puto dele.

Pamela estava deitada na cama, Mickey ficou em cima dela, com os joelhos na cama. Primeiro colocou o seu pau no meio dos peitos dela , depois espremeu os peitos contra o seu pau , e depois começo a fazer o movimento de vai-vem.

Pamela nunca tinha feito isso, mas estava achando muito excitante.

O pinto de Mickey sumia no meio dos melões de Pamela. Mickey então, "sentou" nos seios dela , e colocou violentamente o seu pau na boca de Pamela.

Ela, assustada , começou a chupá-lo loucamente, a medida que Mickey colocava e tirava o pau da boca dela.

Mickey decidiu ficar de lado, saiu de cima dela , para que ela chupasse o seu pau na horizontal.

Depois, ele ficou de pé, perto da beirada da cama. Trouxe Pamela para perto de si e a colocou sentada na beirada da cama, e colocou o seu pau novamente em sua boca.

Dava para perceber que Pamela nunca tinha chupado um pau antes. Era desajeitada, e por vezes o mordia . Mas, ela iria sair de lá treinada na arte do boquete, de tanto pinto que ela ia chupar.

Chupou o pinto dele de muitas maneiras e posições, até a sua boca ficar dormente.

Quando isso aconteceu, ele a colocou de quatro , de frente para o espelho e a torou forte.

Bombadas fortes, daquelas que as bolas batem na "capa" da buceta. Pamela estava adorando isso. Machucava as vezes, pelo desuso do sua xereca , mais ela ia se acostumando.

Mickey arriscou um puxão de cabelo, mas logo parou pois percebeu que Pamela não gostou muito. Um tapa na bunda ou na cara? Acho que não.

Sem tapas ou puxões de cabelo , restava apenas a Mickey socar o pau até sair na garganta de Pamela e foi o que ele fez.

Demorou para gozar, pois tinha trazido o seu anel peniano , feito de silicone transparente. Queria fazer com que Pamela gozasse de novo, mas estava difícil .

Com os joelhos doendo, Mickey a colocou na posição do frango assado, e bombava com força. E nada dela gozar.

Ai Mickey teve uma idéia.

Agarrou-a no colo, da forma que ele ficasse no meio das suas pernas, penetrou-a e depois as suspendeu.

Segurando Pamela nessa posição Mickey ficou de frente para o espelho, e começou a bombar mais forte.

"- Olha para o espelho! Olha para o espelho!" , disse ele para ela, "- Olha eu te comendo !" , e bombou mais forte ainda.

Pamela estava sendo torada com força, de maneira muito excitante , aquela cena , aquele jeito de ser comida, aquilo fez com que Pamela gozasse na hora.

Gozou se olhando no espelho, enquanto Mickey a comia violentamente.

Arranhou os braços de Mickey e deu um gemido. Mickey tirou o anel e gozou , instantaneamente. Ia gozar na cara de Pamela mas achou melhor não. Ela não ia gostar , e por isso poderia não comê-la de novo.

Largou a moça , e deitou na cama. Olhou para o relógio e ainda tinha uma hora e meia , dava para uma ou duas fodas a mais. Só precisava descansar um pouco.

Resolveu ligar a T.V, deu uma passada pelos canais , em busca óbvia pelo canal pornô, até que o achou.

Pamela nunca tinha visto um filme pornô, pelo menos não mais do que 2 minutos.

Ficou curiosa com as cenas e atuações. Percebendo isso, Mickey imediatamente começou a massagear o seu pau, de leve, pois ele ainda estava abatido depois da boa foda que deu a menos de 10 minutos atrás.

Mas vendo a excitação nos olhos de Pamela , Mickey foi ficando mais animado.

Deu uma rápida ida ao banheiro, lavou o seu nobre companheiro e voltou para a cama. Ficou olhando Pamela e se masturbando.

Já de pau duro, pegou Pamela pelo cabelo e gentilmente , colocou a boca dela no seu pau, de maneira que ela pudesse boqueteá-lo e assistir a putaria que estava acontecendo na TV ao mesmo tempo.

Sem hesitar, Pamela chupava o pau de Mickey enquanto via o filme.

Mickey resolveu então massagear o clitóris de Pamela, levando-a a loucura. Era muita excitação para um dia só. Rapidamente, ela pára de chupá-lo e senta no seu pau, de costas para ele e de frente para a TV, numa posição idêntica a da atriz que estava no filme.

Sentava e rebolava muito, levando Mickey ao êxtase.

Com aquela cena divina acontecendo bem na sua frente, Mickey não resistiu: deu um tapão na bunda de Pamela, daqueles de mão cheia.

"- Não me bate mais ! Se você me bater mais uma vez eu vou embora heim!", disse ela brava , cavalgando no pau de Mickey.

"- Que merda....", pensou ele. Mas danisse, aquela putinha rebolava muito bem e ele já estava prestes a gozar.

" - Uhmmmmm!....." , gemeu Mickey ao gozar. Pamela ainda deu mais algumas reboladas, para terminar o serviço e depois se levantou e foi ao banheiro se lavar.

Tomaram mais um banho , se arrumaram e foram embora juntos rumo a academia.

Chegando próximo a academia , Pamela de despediu de Mickey e entrou num táxi enquanto ele seguiu em frente.

No dia seguinte, Clélia continuou com a mesma atitude de antes, como se Mickey nunca a tivesse comido. Da parte dele, nenhuma diferença também.

À tarde , Pamela apareceu na academia no mesmo horário de sempre. Mas desta vez, trouxe duas amigas para fazer uma aula grátis.

Pamela às apresentou a Mickey, que foi cordial a elas ,e passou apenas alguns exercícios básicos para as duas.

Durante os exercícios, enquanto Mickey supervisionava outros alunos, as três ficavam observando-o , admirando ele. Numa destas olhadas, Mickey percebeu o estava se passando: ele tinha se tornado uma espécie de troféu.

As mulheres mais velhas o tinham como um prestador de serviços apenas e as mais novas o viam como o "homem mais velho bom de cama e pegador" que elas exibiam para as amigas.

Ele era, nada mais nada menos, do que um fetiche.

E desde sempre, era isso o que ele queria.

No próximo post, o presente de Clélia e a estréia de Mickey na noite!

Sucesso Total!

Mickey não acreditou no que estava acontecendo com ele.

Uma mina, gostosinha até , pega a mão dele e coloca na coxa dela , sem o mínimo de vergonha ou pudor.

"- Como Deus é bom...." , pensou ele.

"- E aqui dói?", disse ele arrastando a sua mão pesadamente até a xoxota de Pamela.

Espantada com a reação de Mickey, típica de um homem mesmo e não daqueles pseudo - moleques com que já tinha andado, responde na lata : " - Ai queima!".

Pau duro, na hora. Não precisava de mais nada. Todos os sentidos de Mickey focalizaram aquela ninfetinha safada e todos eles queriam ela.

Mas ele se controlou, e para o desespero de Pamela , tirou a pesada mão de sua buceta e disse: " - Depois a gente conversa, você veio aqui para treinar e não para conversar."

Mickey passou um novo treino para Pamela , dando todo o suporte que ela necessitava , todas as indicações de como ela deveria fazer os exercícios, os intervalos e a ordem de cada um.

Em cada exercício ele passava a mão nela, na cara dura mesmo, para ela perceber. Ficavam se entreolhando pelo espelho, se desejando. Ela bem mais do que ele, mas ele estava bem afim.

Na realidade, Mickey seria o primeiro macho de Pamela, o cara que ia torar ela de verdade , ia literalmente "botar pra fuder". Nela.

Depois do treino, Mickey levou Pamela para a Sala de Alongamento , onde abusou mais da jovem.

Alongou-a e depois fez uma massagem, quase erótica. Suas mãos passearam como quiseram sobre o corpo inerte de Pamela. Ela em silêncio, se concentrava para não gemer de tesão. Tinha que manter o silêncio pois alguém poderia ouvir e a situação se complicaria para ambos.

De repente , Pamela diz com firmeza e convicção : " - Me come?".

"- Hoje não. Amanhã talvez." , disse inacreditavelmente Mickey.

" - Tá bom , amanhã então." , retrucou ela .

Após o alongamento e a massagem, quando Pamela se levantou , molinha molinha , e foi caminhando ao lado de Mickey em direção a saída de Sala de Alongamento , ele a encostou na parede bruscamente, não a machucou, olhou no fundo dos olhos dela e passou bruscamente a mão pesada na sua xoxota, fazendo-a quase perder os sentidos de tanto tesão.

"- Amanhã talvez." , disse ele de novo e saiu da sala.

Pamela nada disse, apenas confirmou com a cabeça , pois estava completamente sem fôlego para pronunciar alguma coisa.

Saindo da Sala de Alongamento , Mickey rumou para o banheiro dos professores e descascou uma para jovem aluna, ela merecia uma homenagem.

Pamela entrou no carro de sua mãe , que sempre vinha buscá-la na academia, quieta e ofegante.

" - Nossa filha esta tudo bem? Você esta ofegante? ." perguntou a sua mãe preocupada.

"- Não foi nada não mãe , hoje o treino foi pesado demais , estou exausta . Quero chegar em casa tomar um banho e dormir.", respondeu ela.

Pamela chegou em casa, foi direto para o banheiro, entrou no chuveiro de roupa e tudo , mudou a temperatura da água para a "Era Glacial" e deixou a água cair, para ver se o fogo na bacurinha passava.

Mas, na medida em que a água ia caindo, Pamela se lembrava de Mickey e o tesão aumentava a níveis estratosféricos.

Instintivamente , ela colocou o seu dedo indicador no seu clitóris e começou a massageá-lo , como se não bastasse, Pamela ainda pegou o chuverinho e começou a mirar a água direto no seu clitóris ao mesmo tempo em que se masturbava.

Gozou muito e de uma maneira tão intensa que ela quase caiu de joelhos.

Tirou a roupa, secou-se , vestiu o pijama e foi direto para o seu quarto dormir.

Acordou horas depois, com a sua mãe lhe chamando para o jantar.

Jantou e quase não conseguiu dormir de ansiedade para saber quais surpresas o dia seguinte iria reservar a ela.

Continua.....

Sunday, March 23, 2008

Nasce uma estrela!

Michelângelo sempre foi uma pessoa divertida, desde criança era atirado a conversar e a se comunicar com as outras pessoas.

No colégio , era tido como "garoto - problema" , pois não deixava seus colegas prestarem atenção nas aulas de tanto assunto que puxava com eles.

Decididamente, Michelângelo tinha um forte vínculo com a comunicação, e consequentemente, com a interação social que ela trás.

Seu Tio Haroldo o apelidou de "Mickey", porque achava que Michelângelo era um nome muito feio e demasiadamente longo. "Mickey" era mais curto e mais descolado.

Como já dito antes, Mickey era muito bom de prosa, fato que apenas confirmou o seu não interesse nos estudos, pois quando cresceu e não precisava mais dar satisfação a ninguém sobre as suas freqüências no colégio , Mickey faltava as aulas para ficar conversando com os outros, preferencialmente meninas , é óbvio.

É incrível como homens que sabem se comunicar com eficácia tem sucesso com as mulheres. Eles podem não ser bonitos, fortes, ou ricos, mas sabem entreter uma mulher verbalmente, coisa que poucos homens sabem e querem fazer.

Outro fato importante para se dizer sobre Mickey , e que além da sua mágica habilidade de conversar , ele tinha um outro poder , quase mutante , que todas as mulheres adoram, não era o seu pau, ele sabia dançar. E dançava muito!

Não era destes homens que dançam apenas para ter uma chance à mais com as mulheres, ele dançava porque gostava. Desde pequeno, ficava horas ensaiando passos de dança na frente do espelho, dançava de tudo , desde Samba à Tango e os fazia com amor e prazer.

Mickey também desenvolveu um talento extraordinário para passos de ginástica, desenvolvendo séries intermináveis com muitas combinações de exercícios, para forçar ao máximo a sua resistência e habilidades atléticas, ao mesmo tempo que queimava calorias.

Longe dos estudos e com este perfil, os único lugares onde Mickey teria sucesso seriam no mundo Fitness ou na noite, bastaria ele escolher qual destes caminhos seguiria.

Seguiu os dois.

No começo da juventude, Mickey já tinha sacado o seu potencial com as mulheres e o seu dom para mexer as cadeiras , mas faltava alguma coisa para que o seu sucesso fosse garantido: aparência.

Mickey não era feio, não é isso. Mas ele não era alto, e era muito franzino.

Quando dançava parecia que ia voar de tão leve.

Era isso que o incomodava, a falta de peso , de uma estrutura que lhe desse um aspecto mais chamativo, algo que despertasse nas pessoas o desejo de olhar e de querer manter um contato mais próximo com ele.

À partir do momento que Mickey diagnosticou o seu ponto fraco, algo que poderia impedi-lo de alcançar o sucesso tão sonhado , ele resolveu acabar com ele de uma vez por todas, não importa o quanto custasse.

Winstrol , Durateston, Deca , Hemogenin , Stromba, Oxandrolona e Estanozolol , foram a solução para o seu problema. Todos estes anabolizantes, combinados com dezenas de injeções para queimar gordura , fizeram do franzino Michelângelo de 1, 78 m pesando 62 kg se transformar no Mickey , com os mesmos 1, 78 m, mas com inacreditáveis 90 kg de massa! Em menos de um ano , ele parecia o Hulk em miniatura.

Com o empecilho do porte físico resolvido, Mickey estava pronto para levar a vida que sempre quis. E o seu apetite não tinha tamanho.

Após a engorda, Mickey chamava atenção onde quer que fosse, tamanha era a sua compleição física. Com este porte, e rebolando mais que uma dançarina de ula-ula, as suas aulas eram as mais concorridas na academia onde começara a trabalhar .

Concorridas apenas entre as mulheres ,é claro. Pois, as aulas de Mickey eram tão desgastastes que poucos homens conseguiam acompanhar. Na verdade, não é que os homens não conseguiam acompanhar o ritmo, mas como Mickey fazia seus alunos suarem aos baldes ,e por tanto queimando calorias, coisa que vai de encontro aos objetivos da maioria dos alunos de musculação que querem ganhar medidas e peso , e não perdê-las, havia poucos homens do sexo masculino em suas aulas.

Tinham muitas bixas, mas elas não contam.

Como tudo era novo para Mickey, ele ainda estava meio tímido e não se sentia à vontade como queria.

Mas, novas não eram as intenções de algumas de suas alunas, principalmente as mais velhas, que ao baterem os olhos naquele jovem professor de dança, tiveram as suas fantasias sexuais reavivadas.

Mickey ainda não tinha percebido estas intenções, mas a vida tinha lhe reservado um longo caminho rumo ao aprendizado de um verdadeiro "Personal Sex Trainner".

Com o tempo Mickey foi se soltando, e as suas aulas foram ficando melhores, porque apesar de ser um puto amador, temos que admitir que o rapaz era esforçado e muito bom no que fazia.

Estava sempre atrás de novos passos de dança, novos manobras e maneiras de ministrar aulas combinadas de dança com ginástica, coisa até então inédita para a maioria das alunas, mas que estava fazendo um grande sucesso.

Não seria difícil adivinhar que todos os horários em que Mickey trabalhava estavam lotados, tinha até fila de espera tamanha era a fama que as suas aulas estavam tendo.

Neste patamar de " estrela" da academia, Mickey começava a mostrar a que veio ,e , para a surpresa dele, já tinham pessoas esperando por isso.

Após as aulas, era comum algumas alunas irem conversar com ele sobre amenidades, apenas para chamar a sua atenção. Puxavam assuntos idiotas e faziam perguntas medíocres , apenas para que ele as olhasse.

E ele as olhava sem pudor! Quando uma delas lhe perguntava se ela havia emagrecido, ele dizia de bate - pronto:

" - Olha, olhando assim eu não percebo nada. Mas vamos na Sala de Avaliação física para tirar as medidas. A fita métrica não mente!".

Saia da sala de ginástica e acompanhava a aluna até a sala de Avaliação Física, para o ódio das demais que ansiavam por esmolas de atenção dele.

Muitas vezes não acontecia nada na Sala de Avaliação, apenas ele media a circunferência do quadril, os braços, pernas e busto. Só.

Para o total desespero da aluna , que bem da verdade, queria uma aula de sexo.

Mas na grande maioria, acontecia bastante coisa na "salinha do pós - aula", como ele passou a chamar a Sala de Avaliação Física.

Essa putaria toda começou com uma aluna, a Clélia.

Clélia era uma daquelas quarentonas gostosas , que sempre se cuidou e nunca relaxou. Teve três filhos , já criados, era separada do marido e tinha uma floricultura, que lhe ocupava a mente e recheava a sua carteira.

Clélia não gostava muito de musculação, achava chato e monótono as repetições de levantando pesos, mas gostava muito de dançar. Quando era pequena sua mãe a colocou no Ballet , depois de adulta Clélia, fez Jazz, Street Dance e finalmente chegou na aula mista de dança com ginástica do professor Mickey.

Logo de cara Clélia gostou de Mickey e de sua aula. Ele era educado e muito alto astral e a sua aula a fazia suar muito, deixando a exausta no final de cada sessão, mas sentindo se muito bem.

Paralelamente a esta sensação de bem estar provinda das desgastastes, mas empolgantes aulas, Clélia sentia - se muito atraída por Mickey. Desejava aquele corpo suado e másculo , mas mantinha a calma e não revelaria os seus desejos caso o ele não quisesse. Isso jamais.

Pobre mulher. O que ele mais queria era realizar os desejos dela.

Não demorou muito para Clélia notar que Mickey queria comer todas as suas alunas, sem compromisso e lengalenga . As duas partes tinham um interesse em comum e iriam trabalhar juntos em prol deste objetivo : o prazer sexual.

Parecia claro para ela , e começava a ficar claro para ele, que com a sua inexperiência não percebia as intenções alheias tão rapidamente, que Mickey era um puto.

Mas Clélia não só iria abrir os olhos dele, como o dela.

Algumas poucas semanas depois da estréia de Mickey na academia, Clélia resolveu brincar um pouco com o jovem professor. Após o término da aula , ela se aproximou dele , que estava conversando com duas menininhas e disse:

"- Professor, eu queria que você tirasse as minhas medidas. Eu acho que emagreci."

"- Claro vamos lá. " , respondeu ele sem notar nada.

Clélia esperou Mickey na entrada da sala. Poucos minutos depois ele chegou, pediu desculpas pelo ligeiro atraso e entrou na sala seguido por Clélia.

Como de praxe nestas ocasiões, Mickey pegou a fita métrica e começou a tirar as medidas de Clélia, que até ai não tomou nenhuma atitude estranha.

Após o final da avaliação, Clélia disse: " - Então professor, diminui alguns centímetros?".

" - Olha querida, pelo o que esta aqui na sua ficha as suas medidas continuam iguais.", disse isso de costas para ela , não vendo o que a experiente mulher estava fazendo para deixá-lo louco de tesão.

"- Deve ser porque na outra avaliação , que eu fiz com a professora Andreia, eu não estava de calça. Mede o meu quadril de novo por favor?", disse Clélia seca.

Ao virar-se em direção a aluna, o pinto de Mickey suou na hora. Clélia estava apenas de calcinha e top , com as mãos na cintura olhando-o fixamente.

Num esforço hercúleo, Mickey conseguiu controlar o seu tesão, por mágica evitou a ruborização do seu rosto e o mais importante: colocou discretamente o seu pau de lado, para que ele não ficasse parecido com uma barraca armada.

Com todo o profissionalismo do mundo, ele responde a Clélia: " - Tá bom, vou medir sim. Mas acho que não vai fazer muita diferença não."

Mediu a coroa , calmamente , com toda a perícia e atenção. Estava muito concentrado , se controlando para não rasgar as roupas dela com os dentes e a comer ali mesmo.

A parte mais difícil desta simples tarefa de auferir as medidas de Clélia, foi na hora de medir o seu quadril. Apenas usando calcinha , dava para ver como ela era boa.

Bunda dura, quadril largo, mas sem exagero, na medida certa. Até ai tudo bem, deu para segurar a emoção. Mas ao verificar a posição exata da fita, na parte frontal do seu quadril, Mickey quase teve um enfarte precocemente.

Ficou cara a cara com a buceta de Clélia.

Olho no olho.

Todo o seu esforço para manter o profissionalismo estava indo para o ralo. Nos breves segundos em que demorou para colocar a fita no lugar certo, ele conseguiu ,com extrema clareza , delinear a forma exata da buceta de Clélia debaixo da calcinha.

Era grande e gorda. Igual a um capô de Fusca 66 e parecia depilada, apenas com o corte moicano no meio, bem de leve.

O pau dele? Já não existia mais. Tinha se transformado em adamantium e era capaz de atravessar uma parede de tão rígido que estava.

Mas ele resistiu. Não a rasgou como era a sua vontade.

Anotou as marcas na ficha de Clélia e disse: " - É. Não fez diferença nenhuma, as suas medidas ,com calça e sem calça, são as mesmas."

"- Ah! Na próxima semana então eu meço de novo. O que você acha?", disse ela olhando-o com um olhar sádico , que para o seu azar, ela não conseguiu disfarçar.

Mickey , percebendo as intenções de Clélia , disse secamente: " - Acho que uma semana é pouco . Daqui a três eu meço você de novo."

"- Bom querida, eu tenho que ir para a sala de musculação supervisionar os alunos. Te vejo na aula de amanhã! Tchau!." E saiu da sala calmamente, com um largo sorriso no rosto.

Pegou o primeiro corredor a sua esquerda , entrou no banheiro dos professores e tocou a melhor punheta da sua vida. Foi tão real que ele quase dormiu abraçado com a privada.

Clélia, ficou puta da vida com o aparente desinteresse de Mickey, ao mesmo tempo em que ficou excitadissíma com a situação. Ela percebeu o tesão quase palpável que Mickey tinha por ela, mas percebeu também que ele iria se valorizar , um pouco, só mas iria.

Durante as três semanas que se seguiram , Clélia e Mickey se viram todas os dias durante as aulas, se cumprimentavam naturalmente , sem nenhuma demonstração sequer de afeto ou carinho.

Neste período , Mickey foi muito assediado por algumas alunas, mas não quis comer nenhuma .Pensava apenas em Clélia e na próxima avaliação física dela.

Três semanas depois, no final da aula, Clélia se aproxima de Mickey e diz:
" - Professor, é hoje que você irá me medir?".

"- Sim. Vamos lá.", respondeu ele secamente.

Entraram na sala, discretamente ele trancou a porta , tinha o pressentimento de que hoje poderia rolar alguma coisa.

"- Muito bem, vamos lá. Deixa eu pegar a sua ficha com as anotações anteriores para vermos se houve alguma mudança.", disse ele.

Pegou a ficha colocou em cima da mesa, pegou a fita métrica e começou a tirar as medidas.

Anotando os resultados , disse de costas para ela : " - Bem, Clélia . As suas medidas continuam as mesmas , mas dá para perceber que os seus músculos estão mais rígidos."

" Bem, mede de novo sem a calça." , disse ela .

Como ele já tinha passado por esta situação, não se abalou como da outra vez.

Se concentrou um pouco , tirou as medidas de novo.

Mas Clélia sabia o que estava fazendo. Quando chegou a hora de medir a circunferência frontal do seu quadril, ela disse: " - E ai Mickey, alguma diferença?."

Ele responde: " - Olha , nenhuma..."

"- E agora?", diz ela olhando nos olhos dele ao mesmo tempo em que abaixa a sua calcinha violentamente e coloca a sua buceta na cara dele com força.

Ai meu amigo, não profissionalismo que resista.

Mickey não tirou a calcinha dela , rasgou-a como um esfomeado que recebe um frango de presente .

Não interessava se ela estava suada ou suja, ele a chupou como um bebê ao ser amamentado . Ela ia nas estrelas a cada investida da língua dele.

Ambos tinham ciência de que não podiam fazer o mínimo de ruído sequer, transavam no silêncio máximo, o que aumentava ainda mais o tesão dos dois.

Após o boquete, Mickey virou-a de frente para a mesa, de costas para ele, encaixou a barriga dela na mesa, empurrou a cabeça dela para baixo, de modo que o seu rosto, colocado de lado encostasse na mesa , colocou a camisinha e penetrou-a fundo ao mesmo tempo em que apertava o seu cabelo, amarrado em rabo de cavalo.

Penetrava fundo, em média velocidade, para que ambos sentissem o prazer máximo. Na hora do gozo, apertou o cabelo o mais forte que pode e gozou.

Depois, tirou a camisinha, fechou-a com um nó, jogou na privada e deu descarga.

Levantou calça e cueca, ao mesmo tempo em que Clélia também. Se arrumaram , e saíram da sala.

No caminho para a recepção, trocaram meia dúzia de palavras e se despediram normalmente.

No restante do dia , Mickey passou o tempo todo lembrando de cada momento que teve na Sala de Avaliação com Clélia. Estes pensamentos só foram interrompidos porque Pamela, uma aluna de musculação , estava fazendo muitas perguntas, tentando claramente chamar a atenção de Mickey.

Pamela devia ter uns 19 anos, era muito bonita, tinha cintura fina, pernas proporcionais, não tinha muita bunda, mas tinha um belo par de peitos.

Peitos estes, que lhe renderam o apelido de " Pamelão", pois os dois pareciam dois enormes melões. Pamela tinha plena consciência de que não era "A super -gostosa ", mas era muito desejada. Muito mesmo.

Mulheres muito gostosas, são muito desejadas, mas geram um desejo irreal por parte da grande maioria dos homens. Eles querem comê-las , mas o desafio auto - imposto é muito alto.

Por isso, não é muito difícil vermos mulheres muito bonitas e deliciosas com manés que não condizem com a aparência e status dados a elas.

Estes caras apenas tiveram a coragem para falar meia dúzia de palavras com elas, e pronto. Ou se você preferir, e seguir a linha deste demente escritor, eles tiveram a mágica combinação de dinheiro + coragem.

Por isso, mulheres com a escala de gostosura média - alta ,como Pamela, fazem tanto sucesso. São mais acessíveis dos que as gostosas puro - sangue, e não são tão nojentas, em sua maioria.

Pamela sabia de tudo isso, não era lá muito inteligente , mas era bem esperta.

Sabendo do desejo , quase que geral , dos homens que a cercavam, Pamela dava atenção a todos.

Conversava naturalmente com todo mundo, sem nunca levantar o nariz ou exagerar na auto - estima, era muito atenciosa também, combinações que sempre levavam os homens a acharem que ela tinha "outras intenções" em relação a eles.

Pamela deixava isso acontecer de propósito , apenas para se sentir valorizada.

Quando os seus pretensiosos pretendentes expunham os seus sentimentos, ela gentilmente dizia a eles que estavam confundindo as coisas e que não era nada "daquilo", que eram apenas amigos.

Os poucos homens que conseguiram alguma coisa com Pamela , foram aqueles que não estavam nem aí para ela ou aqueles que entravam no jogo simplório de sedução dela, mas não expunham as suas intenções , e pouco a pouco iam conquistando-a.

Destes dois grupos apenas 3 comeram ela, e diga-se passagem, comeram mau.

Eram três moleques, mais ou menos da idade dela, e reproduziram com ela a mesma coisa que viam em filmes pornô. O sexo foi muito mecânico, colocaram o pinto dentro dela e apenas foram para frente - para - trás, até gozarem. Só isso.

Não tiveram noção de fazer mais nada. Sim, eles eram jovens, mas será que os três viram os mesmos filmes?

É provável. Eles metiam mau igualmente. As primeiras metidas sempre são uma bosta.

Pamela ia na academia para manter a forma ,e de certa forma , ser admirada pelos outros e causar um pouquinho de inveja nas outras. Atitudes mais que normais da grande maioria feminina que freqüenta o mundo Fitness e Wellness.

Assim, o tratamento de Pamela em relação a Mickey não poderia ser diferente: ela o tratava bem, era retribuída , mas sem a profundidade que ela esperava.

Ela se sentiu atraída por Mickey, ele tinha o ar de homem mais velho: forte, charmoso e não babava o ovo dela e nem se mostrava minimamente atraído por ela.

Todos estes fatores, foram transformando Mickey no desejo de consumo de Pamela. Apesar de jovem, o fogo do "dum - dum" já ardia na sua bacurinha e homens como Mickey apenas o deixavam mais forte.

Com o desinteresse escancarado de Mickey , Pamela resolveu agir de uma maneira mais efusiva e direta.

Ao chegar à tarde na vazia academia, viu Mickey sentado , aparentemente distraído , olhando para os poucos alunos que treinavam naquele horário.

" - Oi Mickey! Tudo bom?" , disse ela esticando e virando o rosto em direção a boca de Mickey , insinuando um beijo dele no rosto dela.

" Tudo bem, boa tarde. Qual será o seu treino de hoje, você sabe? " , disse ele seca e profissionalmente.

" Ai professor, não me lembro! Aliás era uma coisa que eu queria te perguntar: é normal sentir dores no corpo depois dos exercícios? Estou com uma dorzinha aqui ó..." , disse ela pegando a mão de Mickey e colocando-a na parte interna da sua coxa esquerda.

Quem era Clélia mesmo?

Próximo post, a continuação...

Dota All ataR version 3.2 patch

Raros leitores, abaixo segue mais uma parte das " Crônicas do Monte Azul", um conjunto de textos que irá contar pequenas histórias. Histórias com "hi" mesmo, pois têm um fundo bem palpável de verdade.

No próximo conto trarei um conjunto de contos de Mickey , o professor de dança que come todo mundo. Fica esperto, ele pode estar comendo a sua namorada , ou pior a sua mãe!

Depois eu voltarei com as devidas continuações, da dupla Loroca e Rodrigo. Por precaução e respeito, ignorados anteriormente, mudei o nome do Loroca. Uma pena eu sei, mas é melhor prevenir do que remediar.


Dota All ataR version 3.2 patch


Naquela noite de sábado Rodrigo estava alegre. Tinha acabado de beber meia garrafa de vinho, daqueles mais baratos que um kilo de café, e estava achando aquela sexta latinha de cerveja doce como mel.

Estava naquele estágio mediano de alcoolismo, em que a pessoa é extremamente simpática, conversa como todo mundo e sobre praticamente tudo. Faz piadas, na maioria das vezes sem graça, e dança como se fosse o Michael Jackson.

Rodrigo estava exatamente assim. Estava tão bem, que nem se lembra direito como foi parar naquela festa. Quer dizer , reunião, porque de "festa" era mesmo só o nome.

A casa era grande , espaçosa e tinha muita gente entrando e saindo. Rodrigo ficou um pouco confuso, mas como estava bem relaxado, nem quis pensar demais nisso.

Também não sabia como, mas estava conversando com um bela mulher de meia idade. Morena, alta, com belas feições . Conversaram por horas a fio, quase a madrugada toda.

Como aquela sexta latinha de cerveja não foi a última , Rodrigo já tinha a sua memória seriamente comprometida, bem como as suas funções motoras, mas não estava passando vergonha, ainda.

Não se lembra direito o motivo, mas Loroca e Nara e mais alguns poucos amigos, decidiram ir ver o começo do dia na casa de Nara. Apesar de perto da onde estavam, a casa de Nara parecia muito longe para Rodrigo. As suas pernas estavam pesadas, parecia que o asfalto era uma lama da qual ele não consegui se livrar de modo algum.

A situação só não era pior porque foi conversando o caminho inteiro com aquela mesma mulher que fizera companhia a ele durante quase toda a noite.

Papo vai , papo vem, eles chegam na casa de Nara faltando meia hora para o amanhecer. Rodrigo continuou conversando com a moça, ao mesmo tempo em que se esforçava para lembrar o nome dela.

Mas a tarefa de lembrar o nome da moça era difícil. A mente de Rodrigo, estava dividida em conversar com ela, sem falar coisas desconexas e sem sentido, e lembrar o nome dela - e o mais difícil: manter os olhos fixos no rosto dela e não nos seus seios.

Ele não podia evitar, estava pensando em como ela seria na cama. Não era uma mulher jovem, deveria ter seus 35 anos, no mínimo. Estava em cima, um delícia.
"- Será que dá o cú?" , pensou ele , e depois soltou um discreto sorriso , enquanto tentava prestara atenção no rosto da mulher.

Não podia olhar para a boca dela, senão já começaria a imaginar o seu pau dentro dela. Aquela situação estava ficando difícil, e ele já estava fraco demais para resistir.

Inocentemente , ele diz a mulher: " - Vozê me dá licença , que eu vou dar uma deitada ali no sofá. As minhas pernas estão me matando!".

"- Tudo bem, eu vou com você, as minhas também estão doendo um pouco."

"- Será que ela quer alguma coisa comigo?", pensa ele doidão a caminho do sofá. No final do trajeto, quase chegando no sofá, ele nota que já existe alguém no móvel. Alguém não, um casal!

Prestando atenção no casal e não no caminho, ele tropeça e cai no chão, a moça distraída tem o mesmo destino e desaba junto com Rodrigo. Mas para a sorte de ambos, eles caem e um pequeno colchonete que estava estendido no chão.

Caindo um ao lado do outro, alcoolizados, não havia outra coisa àfazer a não ser se beijar. E que beijo!

Rodrigo agarrou a moça pela cintura com firmeza, como estava bêbado perdeu a noção da força, e a trouxe-a para perto dele.

"- Que pegada...", pensou ela, bêbada também, não sentiria um aperto moderado, apenas um bem forte, como o de Rodrigo.

O beijo alternou momentos de fúria e amor, sendo que apenas as pescoços trabalhavam - a bebedeira era tanta que nenhum dos dois tinham força e coordenação para tentar apimentar a situação com dedos ou mãos.

Como todo bêbado, eles perderam a noção do tempo e ficaram se beijando por mais de meia hora. Durante este tempo, grudados um no outro, cada um teve a sua viajem.

Pensaram em muitas coisas, todas muito prazerosas. Era como se eles estivessem em outras dimensões, vagando por lugares nunca visitados anteriormente. O prazer das sensações era tão grande que nem por decreto federal eles se soltariam!

Este laço só foi quebrado, por que o casal que estava no sofá , caiu abruptamente em cima dos dois, fazendo uma algazarra na sala de Nara.

Rodrigo abriu os olhos para ver quem eram os dois filhos da puta, que interromperam aquele momento mágico.

Realmente eram "dois" filhos da puta. Eram dois caras se beijando! E do lado dele!

" - Que nojo!", pensou.

"- Vamos zair daqui, tá muito quente aqui dentro.", disse ele a ela, e foram para a varanda da casa onde as outras pessoas estavam.

O sol nasceu. E todos bem locos olhando para ele , viajando em universos paralelos. Essa era a senha de que a noite tinha acabado, e que cada um deveria ir para a sua casa, morrer em paz no sono mais que esperado.

Na despedida, Rodrigo deu um pequeno beijo na sua companheira desconhecida e foi para a sua casa, onde dormiu de tênis e boné tamanha a bebedeira .

Olhou para o relógio, ele marcava quatro horas da tarde, olhou ao redor e viu a sua dupla de sobrinhos jogando video-game na sua televisão. A ressaca era tão grande, que ele demorou mais de meia hora para se lembrar a causa da sua amnésia momentânea.

Não se lembrava de muita coisa, apenas de que riu muito com as palhaçadas dos seus amigos e que beijou uma mulher. Só isso, sem detalhes.

Após o seu "almolanche", Rodrigo foi até a casa de Nara, conversar com Loroca a respeito do que tinha acontecido na festa.

"- Fala garanhão!", disse Loroca.

"- E aí! Beleza?", responde Rodrigo com cara de sono.

"- A Rosa falou que você beija bem e tem mó pegada! É por isso que eu gosto de você, porque você só me representa bem!", disse Loroca rindo.

" - Eu peguei a Rosa? Quem é a Rosa?."

"- Colé parceiro, não dá uma dessas. Cê tá falando sério?."

"- Tô porra! Quem é ela?."

" Eu já te falei dela, é aquela amiga da Nara, que trabalha com ela..."

Rodrigo se lembrou na hora quem era a Rosa. Ou melhor a Rosamaria.

Rosamaria trabalhava junto com a Nara no posto de saúde do bairro. Tinha por volta de 36 anos, era separada, e para o desespero total de Rodrigo ela tinha 5 filhos!

"- Fodeu!", pensou Ridrigo na hora.

"- Puta que pariu, tanta mulher no mundo , eu fui logo pegar uma que tem 5 filhos! Foda heim? Ainda bem que foi só um beijo! " , pensou.

"- Mas e ai mano, pega alguma coisa ou foi só uns beijinhos ?" , provocou Loroca.

"- Ah Cara, eu tô tranqüilo mas se rolar , rolou. Estamos ai! Ela tem uma pegada boa, cara! Melhor do que a maioria da menininhas por ai que eu já peguei."

Mal sabia ele onde estava se metendo.

Rosamaria, dormiu pensando em Rodrigo e acordou pensando nele. Não queria se enganar, era experiente, mas não podia negar: aquele cara mexeu com ela.
Era educado, sabia conversar e se portar bem. Era tudo o que ela estava precisando.

A noite de domingo foi se aproximando, e com ela o desejo de Rosa foi se tornando maior. Ela não queria admitir, mas queria ver Rodrigo de novo.

Ligou para Nara , e disse para ela e Loroca virem à sua casa para tomarem uma cerveja, e para trazerem o Rodrigo com eles.

Ao saber do convite, Rodrigo ficou desconfortável. Não queria ir na casa de Rosa, era cedo demais e por mais que ela tivesse tido um bom desempenho no "primeiro encontro", ele não estava afim. Nem um pouco na verdade.

E outra coisa, domingo à tarde é dia de Dota All Star, um jogo de estratégia on line , onde um grupo de jogadores deve vencer outro grupo de jogadores conquistando as suas "bases de operações". Até então todos os domingos eram destinados ao jogo. Este seria uma rara exceção.

Como Loroca insistiu muito, Rodrigo foi. Tomou banho, se perfumou, passou gel no cabelo, olhou para o computador com tristeza e foi embora.

Chegou na casa de Rosa sem jeito, não estava afim de estar ali. A casa de Rosa era grande, espaçosa , talvez porque dentro dela residissem cerca de 10 pessoas!

Era uma verdadeira bagunça.

Rosamaria tinha cinco filhos! Puta que pariu, quem no século 21 tem cinco filhos!

Além deles , moravam na casa dela : a mulher de um dos filhos, mais uma amiga dela com o seu respectivo filho e , por mais incrível que pareça , o ex-marido de Rosa. Pode?

Nessa confusão toda de gente, Rodrigo se viu perdido, atônito no meio da casa, não tinha a menor idéia do que ele estava fazendo ali.

Rosa , ao saber que Rodrigo chegara , foi tomar banho e pouco tempo depois foi ao seu encontro. Chegou com sorriso largo e alegre, o comprimentou com um beijo no rosto, mas morrendo de vontade de lhe beijar a boca.

Sentaram no sofá da sala e começaram a conversar. Trocaram várias idéias sobre tudo, sendo que a medida em que os assuntos fluíam o interesse entre eles aumentava.

Esta noite foi o começo de várias outras noites, em que Rosa e Rodrigo conversariam, hora na casa dela e hora na casa dele. Mas fuder que é bom nada.

E isso já estava dando nos nervos de Rodrigo.

Após uns dois meses dessa lengalenga, Rodrigo e Rosa já não eram mais apenas "ficantes", e já poderiam ser considerados namorados. Se beijavam , se excitavam , e, no máximo ,rolava uma punhetinha por cima da calça ou uma dedadinha de leve. No máximo.

Antes de Rodrigo se envolver com Rosa, ele tinha conhecido uma mulher, em um baile funk e costumava sair com ela. Francamente, essa mulher, que de tão importante não sei nem o nome, não tinha nada a ver com Rodrigo, era feia e chata. Mas, tinha um tesouro que todo homem quer e procura: fogo na bacurinha.

Dava. E bem.

Com esta estiagem sexual, Rodrigo estava pensando demais nesta moça, tanto que estava a ponto de ligar para ela para marcarem um sexo casual, aliás ele não estava para ligar, ele ia ligar.

Pois, por mais legal que Rosa fosse , beijo na boca é coisa do passado. Bom mesmo é namorar pelado. E a falta de pegada de Rosa já tinha chegado ao fim.

Ligou para a vagabunda, mas ela estava trabalhando e com isso frustrou os planos pornográficos de Rodrigo. Sozinho e cheio de esperma, a única coisa a fazer era telefonar para Rosa para se encontrarem, torcendo para que pelo menos Rosa tocasse uma punhetinha para ele.

Encontro marcado, Rodrigo tomou banho e rumou para a casa de Loroca, onde Rosa o encontraria . pouco tempo depois da chegada dele, quem chega é ela.

Cumprimentaram-se e conversavam como de costume. Conforme a noite foi passando, Loroca e Nara foram para o quarto e deixaram os dois à vontade, em outro quarto da casa.

Assim que Rodrigo trancou a porta do quarto, para não ser incomodado por ninguém, Rosa literalmente voou no seu pau, agarrando com tanta volúpia e desespero, que Rodrigo até levou um susto.

Chupeta vai, chupeta vem, Rosa já estava pelada e ansiava por uma respiração boca-boca ; a boca de Rodrigo contra a boca do bacalhau de Rosa.

Rodrigo, começou a lamber os seios de Rosa, foi descendo , descendo, até que chegou na xereca. De olhos fechados, passou a língua ao redor dos grandes lábios enquanto penetrava-a com um dos dedos.

Chupando a buceta de Rosa, Rodrigo notou que havia algo de errado. A buceta dela, apesar de grande e carnuda, era... carnuda de mais intende? Tinha algumas peles a mais.

Afinal, daquela buceta já tinham saído cinco cabeças de bebês, do tamanho mínimo de uma manga grande cada uma. Era normal, mas nada excitante.

Rapidamente, Rodrigo parou o boquete e começou a penetrá-la. Durante esta transição, se esforçou o máximo para não brochar e não fazer feio na primeira vez.

Mas era foda! Tanto tempo para comer a Rosa e quando acontece, não é exatamente o que ele esperava.

Tirando esta peculiaridade da buçanha de Rosa, o resto era bom. A coroa rebolava bem, tinha fôlego e gostava de dar em diversas posições.

Rodrigo não chegou a tentar comer cú de Rosa, pois o sexo estava tão frenético e quente que ele nem se quer lembrou desta detalhe.

A noite caminhou para um sexo bom, em ritmo acelerado, com movimentos profundos e fortes. Não teve tapas , mordidas na bunda ou arranhões nas costas.

Rosa dava bem, talvez tão bem quanto a funkeira que Rodrigo comia anteriormente, e gostava bastante de uma coisa: porra no cabelo. Adorava.

Tanto que todas as vezes que Rodrigo ia gozar ela tirava o pau dele de dentro da buceta dela e colocava o rosto na frente do chafariz de sêmen de Rodrigo e espalhava a porra toda na cara e no cabelo.

Na hora foi a coisa mais excitante que Rodrigo já tinha visto, mas depois foi a mais nojenta. " - Cada um, cada um.", pensou.

Sexo do bom feito, banho tomado, era hora de dormir e se recuperar para um possível segundo round. Rodrigo e Rosa estavam deitados, de conchinha, quando o celular de Rosa tocou.

Era o seu ex-marido , ligando e perguntando onde ela estava. Nestes dois meses de namoro, Rodrigo já tinha perguntado várias vezes como era relação dos dois antes da separação, do porquê da separação, e principalmente da razão pela qual o corno ainda morava na mesma casa do que ela.

A resposta para a pergunta da moradia , foi a mais óbvia: o corno, que se chamava José, não tinha para onde ir, e Rosa tinha pena de mandar o pai de três ,dos cinco filhos, embora. Alguém engole isso?

O Rodrigo também não.

Mas a companhia de Rosa valia a não ponderação sobre esta situação e o seu sexo também. Por isso Rodrigo foi deixando a história rolar.

Após a estréia na cama, o casal começou a ter uma vida sexual ativa, bem menos do que Rodrigo queria, mais ativa. Fodiam a cada 15 dias mais ou menos, e Rosa parecia estar satisfeita com este ritmo, Rodrigo nenhum pouco.

Claro que todas as vezes foram muito boas, com aulas de sexo por parte de Rosa, e a imaginação forte de Rodrigo, ao fechar os olhos ,enquanto chupava a buceta mucha de Rosa. O relacionamento ia assim.

Rodrigo estava gostando de Rosa, mas o fato dela carregar 5 filhos, não foder muito e ainda morar com o ex-marido, não o deixava à vontade. E ainda recebia as ligações da tal funkeira toda semana, dizendo que estava com saudades e que queria vê-lo quando desse para matar a saudade.

Numa terça-feira à noite, Loroca decide ir na casa de Rosa para pegar uma cópia pirata de um filme que estava em cartaz, mas antes ele passou em um aniversário de um amigo seu e lá encheu a cara. Não tomou todas e saiu chamando Jesus de Genésio, mas não estava em suas condições de raciocínio e coordenação motora perfeitas.

Chegando na casa de Rosa, Loroca entrou pela sala, sem se anunciar, como sempre fazia. Ia em direção ao quarto de Carlos ,o filho mais velho de Rosa, que diga-se de passagem, é casado com uma mulher de 19 anos que Loroca é louco para pegar.

No trajeto, a atenção de Loroca foi quebrada por sons e gemidos vindos do quarto de Rosa.

"- Ai Rodrigão! Mandando ver! Come essa porra caraio!", pensou Loroca.

Entrou no quarto de Carlos, trocou algumas palavras e foi para casa, sem trançar as pernas mas se concentrando muito para não ziguezaguear.

Quase chegando na casa de Nara, ele se depara com uma figura conhecida que estava lhe chamando. Ao ver quem era o requisitante, um calafrio de espanto lhe tomou o corpo: era o Rodrigo.

Friday, March 21, 2008

O Mecânico

Filho de uma alagoana com um paulista, Washington Gomes desde cedo é chamado de Loroca. Apelido dado pela mãe, que ninguém, nem ela, sabe o que quer dizer.

Washington, desde cedo teve que aprender a conviver com o desprezo e a dor.
Filho caçula do casamento de Lucinha e Jairo , acompanhou de perto o desespero da família quando o seu irmão mais velho , Wellington , morreu afogado aos 18 anos, na Represa Billins.

Dizem que Wellington fumava maconha e que no dia em que foi para a represa, sem o conhecimento dos pais, ele estava completamente drogado. Não só pela maconha, mas pelo uso da cocaína também.

Loroca se lembra, que no dia da morte de Wellington, ele estava brincando na rua, lugar este que se tronaria o pano de fundo mais freqüente da sua vida, quando ouviu o seu irmão dizendo ao seu pai que iria no parque com uns amigos.
Lembra de Wellington descendo as escadas , passando por ele e lhe dando um pequeno e rápido cafuné, desses corriqueiros que todo mundo faz quando vê uma criança.

Na hora, tanto Wellington quanto Washington nem ligaram, era rotina.
Mas hoje, todos os dias, Loroca se lembra daquela manhã. Não se lembra com tristeza ou pesar, porque não tinha uma convivência afetiva com o irmão, mas ele se lembra.

Naquele dia à noite, uma viatura da polícia estaciona na frente da casa dos Gomes, para dar uma triste notícia: Wellington morrera afogado, a poucas horas atrás.

O desespero foi grande. Lucinha se desmanchou em prantos, Jairo se manteve firme, alguém sempre tem que ser firme nestas horas para segurar a barra.
A filha do meio, Shirley, ficou atônita e parecia não acreditar no que estava ouvindo do policial que veio dar a noticia.

Neste ambiente de desespero, ninguém ligou para o então pequeno Washington.
Ninguém se preocupou em tirar ele da sala, ou de explicar o que tinha acontecido com o seu irmão mais velho.

Aquelas cenas, toda aquela atmosfera, ficaram impregnadas na alma de Washington. Todo o desespero, a incredulidade por parte dos parentes, a falsa frieza de Jairo ao falar com o policial, bem como depois ,aos tratar dos mórbidos assuntos do enterro e velório.

Nada disso foi esquecido.
Após o enterro e o velório de Washington , a rotina dos gomes foi drasticamente mudada.

Onde antes existia uma família "normal", onde os seus integrantes não sentiam recentimentos "profundos" uns com os outros, deu origem a uma família esfacelada ,completamente fraca nos laços afetivos .

A partida de Wellington chocou tanto Lucinha, a deixou tão fragilizada e ao mesmo tempo áspera que ela se fechou as emoções.

Era como se ela tivesse isolado o seu coração do deu corpo. Não dava risada, não chorava, não dava mais para o marido, apenas seguia em frente, dia após dia.
O que mantinha Lucinha lúcida era o seu trabalho. Ela era chefe de produção de um buffet na zona leste de São Paulo.

Como os Gomes residiam na zona sul, ela demorava ,no mínimo, uma hora e meia para chegar aos seu destino.

Resultado: resolveu mudar-se para o emprego, retornando para casa apenas nos finais de semana.

Essa nova rotina afastava Lucinha da família, e assim ela não pensava em mais nada além do seu trabalho.

A morte de Wellington foi cruel demais para ela, a morte de um filho é tão irreal para a mãe que não tem nem nome.

A emoção mais abundante que Lucinha tinha em seu interior era a raiva. Ela precisava achar um culpado para isso tudo. E Jairo tinha sido escolhido para pagar o pato.

Foi ele que deixou Wellington sair naquele dia, foi ele que nunca conversou com filho direito, nunca deu conselhos, nunca foi amigo.

Com este pensamento, Lucinha criou um ódio tão grande em relação a Jairo, que todo o final de semana que ela voltava para casa eles brigavam.
Mas não era briguinha não. Era guerra!

Palavrões pesados, palavras de ódio, acusações e panelas voadoras, tudo era usado para ferir e machucar um ao outro .

No meio desta guerra, escondido na trincheira mais rasa e fuleira estava Washington.

Sozinho em uma casa vazia, o seu único refugio foi a rua. Foi nela que ele conheceu os seus melhores amigos, pessoas que o ajudaram em diversos momentos, dando conselhos, tanto físicos quanto morais, alimentando-o com comida e carinho, sendo companheiras. Tudo o que ele não tinha em casa, ele achou na rua.

Esta situação se tornou insustentável para Jairo e Lucinha, e pouco mais de dois anos depois da morte de Wellington eles se separaram.

Inicialmente, Washington foi morar com a mãe. Mas não deu certo.
A entrega de Lucinha era tamanha, que ela chegava a trabalhar 16 horas por dia, e o seu tempo livre era dedicado exclusivamente ao sono.

Sem espaço na vida de sua mãe, o jovem Washington resolve voltar para a casa do seu pai, resolveu voltar para a sua família na prática: a rua e os seus amigos.

Os anos passaram e o jovem Washington, se trancou ao mesmo tempo em que abriu as portas para o Loroca sair.

Parou de estudar na quinta série do ensino fundamental, deixando a escola para ficar o dia inteiro na rua.

É um verdadeiro milagre que ela não tenha ido para a bandidagem ou para o crime. Aliás milagre não, solidariedade.

Como eu já disse, com a morte de Wellington, o cerne familiar dos Gomes foi destroçado pela falta de dialogo e esfriamento do amor. Shirley arrumou um namorado e casou com ele ainda jovem, saindo assim da casa dos pais para ter a sua própria.

Já Washington foi adotado por todas as famílias dos seus amigos.
Levando uma vida desregrada, ele aprendeu por si só que a única maneira de ter respeito dos outros e ser alguém de destaque seria através do trabalho.
Ainda jovem, ele começou a trabalhar em uma fabrica de couro. Com o trabalho, Loroca mantinha a sua mente longe dos problemas, aprendia uma profissão e ainda ganhava um dinheiro.

Devido à uma genética privilegiada, Loroca era o que podemos chamar de "magrelo-forte". Com esta genética, e com a prática exaustiva da capoeira, Loroca atingiu um físico invejado pelos outros homens e muito desejado pelas mulheres.

Tudo bem, as suas pernas eram meio finas, mas quem liga? Elas certamente não.
Atraente fisicamente, dotado de um grande carisma e magnetismo pessoal, o Loroca se tornou um bom pegador de mulheres. Se elas dessem atenção a ele, era difícil de ele não conseguir ao menos um telefone.

Mas o "depois" da conquista era sempre doloroso.

No meio da guerra entre Lucinha e Jairo, escondido na sua trincheira chechelenta, ele foi ferido. Esse ferimento se fechou, mais deixou uma cicatriz profunda; a inabilidade de entrega verdadeira para uma outra pessoa.

Não é que Loroca não seja capais de amar, isso não. Ela pode amar e até confiar nas mulheres. Mas ele nunca se entrega totalmente. Nunca.

Talvez por medo ou insegurança, mas nenhuma mulher jamais poderá encher a boca para falar que: "- Ele é meu!".

Com isso, a fidelidade para o Loroca é um mera convenção da sociedade, que ele faz questão de não seguir.

Outro resquício da sua dolorosa infância é um aparente censo exagerado de liberdade.

Digo, "exagerado", porque além de impor a sua liberdade nas questões afetivas, ele impõe esse sentimento na sua vida profissional. Já foi chanfrador de couro, ferante e recentemente esta trabalhando de ajudante de mecânico.
Toda vez que ele muda de emprego, o motivo é sempre o mesmo: cansaço da rotina, o ambiente não é dos melhores e por ai vai.

Trabalhando na mecânica, que fica muito próxima a sua casa, ele conseguiu estabelecer uma rotina de vida cômoda e não extressante. Ele acorda, toma café da manhã e vai para a oficina. Depois volta, almoça, tira uma ligeira soneca e depois volta para a mecânica e finalmente acaba o seu expediente.
Como o oficina em que o Loroca trabalha é dessas de bairro, e o dono dela, o Mauro, é seu amigo, ele decidiu trabalhar sempre sem camisa.

Claro, além de não sujar as roupas de graxa e óleo, trabalhar com o dorso nu é uma ótima forma de se atrair uma mulher.

E deu certo.

Quase em frente a esta mecânica, havia um posto de saúde, onde estranhamente só trabalhavam mulheres. Para ser mais preciso, trabalhavam uma monte de mulheres, e três homens.

Dentre estes homens, dois não eram muito chegados em mulher e o único que sobra, o Jefferson, gosta bastante de mulher, mas ele não dá conta de todas.
Tendo este panorama, não demorou muito para as mulheres do posto de saúde notarem o mecânico vigoroso da oficina da frente.

E claro, vendo o alvoroço causado pelo seu corpo, Loroca sempre tirava a camisa e ficava se isibindo. Não de uma maneira ridícula, mas se mostrava sim.
No verão, ele molhava os seus músculos, para que parecessem maiores e mais definidos.
Essa tática deu certo, porque em muito pouco tempo, ele se tornou o sex simbol do posto de saúde.

A maioria das mulheres tinham sonhos eróticos com ele, imaginavam ele vestido de mecânico, possuindo-as , devorando o corpo delas igual a um animal.

Invariavelmente, ele era o assunto várias vezes por dia na roda de mulheres, elas ficavam se indagando como ele seria na cama, se ele fudia bem ou se era só aparência, porque muitas delas já tinham dado para caras bolados e a foda tinha sido desastrosa!

Mas, entre todas as fêmeas no cio, tinha uma que não se agüentava de vontade de dar.

Ela sonhava com o Loroca todas as noites, desde que o viu sem camisa e sujo de graxa pela primeira vez. Estava tão excitada, que comprou um vibrador, escondido do marido, para usar pensando no Loroca torando-a.

Essa mulher era a Nara.

A Nara era casada, tinha três filhos, duas meninas e um menino. A filha mais velha é de outra casamento e os outros dois são deste atual.

Diga se de passagem que "casamento", não é bem a melhor maneira de se definir a relacionamento da Nara com o Oswaldo.

Eles eram casados, mas a muito tempo eles não fodiam, para dizer a verdade eles quase não se falavam direito. Ela nunca gostou dele, estava casada a 10 anos e nunca o amou de verdade.

Já tinha tido vários amantes antes, mas nenhum significativo, eram apenas vibradores com pernas . Só sexo, sem o mínimo de sentimentos.
A sua vida pessoal era uma merda.

O Oswaldo tinha 1,90 m de altura e pesava perto dos 150 kg, nem conseguia ver o seus pés direito, quanto mais o pinto. Que aliás ,segundo a Nara, era bem pequenininho. Ele não era nada atraente, nem quando era jovem.

E ainda parece desprovido de testosterona, porque não cobiçava mais a Nara na cama, e mesmo se ele quisesse ela não daria para ele, de jeito nenhum.
A repulsa de Nara por Oswaldo era tamanha, que quando ele dormia, ela assistia a filmes pornô sozinha, e se masturbava freneticamente.

Toda essa situação, aliada a atração quase animal dela pelo Loroca, foi o estopim para a separação de Nara.

A vontade de dar para o Loroca era tão grande que ela já não tinha mais controle sobre as suas ações. Um dia ela decidiu ir na oficina para fazer uma visita, dessas de rotina que os postos de saúde fazem para checar se os estabelecimentos não estão abrigando os mosquitos da dengue.

Chegou no portão, olhou para os lados, não viu ninguém, avançou um pouco até que viu um homem de baixo de um carro.

Chegou perto, devagar , e perguntou :

"- Com licença moço, você é o dono da oficina?"

O homem , arrastou-se em direção a ela, colocando a cabeça de lado para ver direito quem era.

Ela quase teve um orgasmo quando viu, que esse homem era o seu "deus" semi nu.

Ela nem conseguiu falar direito, fingiu que foi atacada por um tosse e ficou dando tapas no peito para desengasgar ,e disfarçar, o tesão que estava sentindo ali.

O Loroca ficou ali olhando aquela cena estranha, imóvel , não ofereceu nem um copo d'água para a moça.

Depois da encenação, Nara pergunta :

" - Desculpe, engasguei! Você é o dono desta oficina ?"

"- Não. Não sou não. Mas eu posso ajudar?"

"- Eu sou do posto de saúde, e estamos iniciando uma campanha de combate a dengue, e eu queria dar uma palavrinha com o dono."

"- Olha...como é o seu nome mesmo?"

Ela quase se derreteu quando ele perguntou o nome dela, a bucetinha dela bateu até uma palminha nessa hora.

"- Meu nome é Nara."

"- Então Nara, o dono é o Mauro, ele saiu para comprar uma peças. Mas se você quiser, pode passar aqui mais tarde e ai você fala com ele." Respondeu Loroca, analisando descaradamente o corpo da coroa.

Ela, percebendo que estava sendo analisada e desejada, ficou mais excitada ainda, chegando ao ponto de literalmente molhar a calcinha, e disse:

"- Tá bom, eu volto mais tarde. Tchau!"

E saiu andando com passos curtos, para em vão, tentar segurar o tesão que aquele homem mais jovem causava nela.

E ele, percebendo a situação , ficou dando risadas internas e massageando o seu ego.

Quando veio há noite daquele dia, os dois se masturbaram pensando um no outro.

Ele, imaginado que comia ela na sua cama, torando-a com força. Já ela, imaginou que ele a pegaria na oficina, a colocaria em cima do capô de um carro qualquer e rasgando as roupas dela, a fudesse igual a uma besta sedenta por prazer.

O gozo dessa siririca foi tão intenso, que ela quase acordou o gorducho do
Oswaldo, que roncava ao seu lado.

No dia seguinte, ela volta a oficina e logo vê Loroca em pé de macacão, com o torso nu, como de costume. Ela chega perto, não consegue mais esconder o desejo, que cada vez mais esta aumentando.

"- Oi !" , diz ele, com o sorriso de um leão faminto quando vê uma presa se aproximar ,sem ela no entanto , saber da sua posição.

"- Bom dia!" ,responde ela educadamente.

" - Escuta Nara, eu acho que na minha casa pode ter um foco de dengue. Você não quer ir lá mais tarde, para dar uma olhada?"

Eles se olham profundamente.

"- Infelizmente, eu trabalho só até às 16:00 hrs.", ela responde com um sorriso insinuante.

" - Tá bom, você pode ir agora?".

Ela fica pasma. Antes que ela pudesse expressar qualquer reação, os dois já estavam a caminho do quarto-sala-banheiro que era a casa do Loroca.
Chegando no muquifo, ela fica atenta, seu coração bate mais forte, suas mãos começa a suar.

"- Pode entrar, fica à vontade. A casa é sua!"

"- Ah! Muito obrigada. Onde você quer que eu vistorie?"

"- Ãh..., por onde você quiser." , responde ele, tirando a camisa e olhando fixamente para ela.

Ela sem jeito, fica paralisada. Não conseguia tirar os olhos dele.

Como dois animais, eles avançaram um sobre o outro e começaram a se beijar loucamente.

Ele a pegou no colo, e arrastou para o quarto dele.

Arrancou a roupa dela igual a um animal, com força e violência. Do jeito que ele gostava e do jeito que ela sempre sonhou em ser comida.

Assim que ele arrancou a calcinha dela, ele selvagemente partiu para dar um "beijo no peixe".

A rotação frenética e a força sabiamente empregada no sexo oral que ele fazia nela, já tinha valido a pena aquela loucura.

Ela sem fôlego, não conseguia fazer nada além de experimentar o verdadeiro prazer que um homem pode dar a uma mulher. No transe do prazer, ele a colocou de quatro e penetrou-a fortemente.

Sem hesitação e romantismo, preciso como um laser , ele colou o pau até fim.

Quando a rola de Loroca chegou no final da corredor do prazer e não tinha mais para onde ir, ela instintivamente ergueu a cabeça, oferecendo o seu cabelo como estribo , para que ele a cavalgasse.

Entendendo o pedido, Loroca, bruscamente puxa os cabelos ruivos de Nara até que o pescoço dela esteja totalmente à mercê da sua vontade.

O que se seguiu naquela tarde, foi uma profusão de tapas, palavrões, quebras de tabus, e muito , muito prazer.

Depois desta foda colossal, os dois quiseram conhecer um ao outro melhor, mas sem mostrar a ninguém o que estava acontecendo entre os dois.

Os dias foram passando, a vontade de foder era grande, mas eles não podiam foder sempre. Sempre tinham que se encontrar escondido, com hora marcada, na surdina mesmo.

Ela não gostava disso, e ele menos ainda. Desse jeito não poderia ficar, e Loroca decidiu chamar Nara na chincha: " - Ou você se separa ou eu largo você, e como todo as suas amigas que querem dar pra mim! ", disse ele bravo.

Sem pensar duas vezes, naquele mesmo dia ,ela chegou em casa e com o dedo indicador da mão direita em riste, disse com cara raiva a Oswaldo: " - Eu quero me separar de você, e o quanto antes melhor!".

Oswaldo, assustado respondeu : "- Porque meu amor?"

"- Porquê ? Você ainda me pergunta porquê ? Eu vou te dizer porque.
Porque eu tô cansada de viver com um gordo brocha que nem consegue ficar de pau duro, sem que eu tenha que enfiar o meu dedo anular no rabo dele!
Porque eu tô de saco cheio de dormir do lado de alguém que eu não amo, aliás que eu nunca amei! .

Esta satisfeito?" , disse ela esbravejando e indo para o quarto.

Coitado, Oswaldo parecia não acreditar no que ele tinha acabado de ouvir. Justo hoje, que ele ia dizer para ela que iria fazer um tratamento contra a andropausa precoce dele.

A partir deste dia, Loroca e Nara se viam todos os dias, não fodiam sempre, apenas ficavam juntos. Nada de mãos dadas ou carinho em público.

Ele andava na frente e ela atrás, no máximo um andava do lado do outro. No máximo.
Nara, estudava a noite, fazia supletivo, e toda a noite ele ia pegar ela na frente da escola e a levava até a esquina da casa dela.

As vezes a vontade de fuder dos dois era tanta, que ela matava a aula e ai para a casa dele e ai todo mundo já sabe: porra na boca. Muitas vezes o celular de Nara tocava no meio do sexo. E sempre, mas sempre era o Oswaldo, querendo saber como e onde estava a Nara.

Ela sabia disfarçar bem, não mudava o tom de voz quando estava sendo torada de quatro com violência ou quando estava de boca cheia, e ele, sempre acreditava.

Um dia, após uma dessa escapadas da escola, Oswaldo ligou para Nara, que estava fazendo um belo de um keketi, e disse : " - Amor, hoje eu vou te pegar na escola tá bom? "

Ela quase engasgou. "- O que você disse?"

" - Num pára não vagabunda, chupa meu pau!", disse Loroca pegando Nara pelo cabelo com força e colocando a boca dela no pau dele, enfiando até a goela da lazarenta.
E ela, com maestria falava no celular e chupava o pinto de Loroca. Depois de desligar o aparelho, ela disse ; " - Ai amor, hoje vai ter que ser uma rapidinha tá ?
Vou tocar uma para você e depois vou para a escola."

Ela poderia esperar qualquer coisa dele naquela hora menos o que aconteceu.
" - Vai é um porra! ", e desceu o tapão com as costas da mão na cara dela.
O tapa foi tão forte, que ela caiu para trás. Com uma fúria irreal, ele pegou ela pelo cabelo, por um grande chumaço e a levantou.

" - O que você vai fazer, o que você vai fazer?", ela repetia, em um misto de medo e muito prazer.

" - E só aquele gordo froxo te chamar que você é? Você vai, mas foi arrombada!".
Segurando ela pelo cabelo, virou-a de costas, e até hoje não se sabe como, ele com um movimento só, abaixou a calça e calcinha dela.

Empurrou a cabeça dela para frente ao mesmo tempo em que trouxe a cintura dela para trás. Deu um cuspão na mão, passou na cabeça e no corpo do pau e ...
" - ÃÃÃHHHHHHHHHHH!!!!", um sussurro baixo, misto de dor e prazer. Mas não um prazer de orgasmo, mas sim um prazer mais do que animal, era delicioso para ela.
Ela já tinha dado o cú várias vezes, mas essa , sem dúvida ,foi a melhor.

Sem gel lubrificante, sem palavrinhas doces no pé da orelha. Nada de frescúrinhas características do sexo anal.

Cuspe na cabeça do pau e pau no cú!

A raiva de Loroca era tão grande, que ele nem ligou para a inevitável esfolação da cabeça do seu pau.

Meteu forte, e na hora de gozar, tirou , pegou ela pelo cabelo, forçou a cabeça dela para baixo, até ela ficar de joelho, puxou o cabelo para trás, forçando ela a abrir a boca e toma.

Porra na boca! Ele tomou cuidado ainda para que todo o jato de sêmen fosse só na boca, nada no rosto ou cabelo, só na boca.

Depois de ter enxugado o seu caralho, ele olhou bem pra Nara e disse:
" - Agora você pode ir. Vai lá, e eu vou com você, pra ele apertar a mão do cara que comeu o cú da mulher dele e ainda gozou na cara da vagabunda.
Vamô! Levanta daí e vai fazer um gargarejo no banheiro, porque eu não anda com quem fede a porra.

E ainda agradece de eu não ter feito você cagar porra. Vamos que você esta atrasada, meu amor!"

Depois do gargarejo e de ter se recomposto, os dois saíram da casa de Loroca, e foram para a porta do colégio esperar o Oswaldo.

Ele na frente e ela atrás. Vendo ele de costas, ela não podia acreditar naquele homem.

Era tão..tão...rude. Tão grosso e estúpido, que ela não podia crer.

E o mais incrível era o desejo dela por ele. Era incontrolável , não dava para segurar, quem dera disfarçar!

Chegaram no colégio, e em cinco minutos depois Oswaldo chegou.

Olhou para a Nara e para o cara que estava com ela. Comprimento o Loroca com um forte aperto de mão, e seguiram para a casa dela.

No caminho, Loroca e Nara foram conversando lado a lado na rua, enquanto Oswaldo seguia atrás dos dois calado, só ouvindo a conversa.

Chegando perto da casa do Loroca, que era caminho para a casa da Nara se despediram verbalmente e cada um seguiu o seu caminho.

Oswaldo seguiu calado, chegou em casa, tomou banho, deu a comida para as crianças e foi dormir. Já Nara foi dormir direto, por que aquele dia tinha sido bom demais para ser verdade e ela queria continua-lo no campo dos sonhos.

No dia seguinte, que era sábado, Nara levantou , tomou banho e foi limpar o quintal.

Logo na porta da cozinha que dava para a garagem, ela viu Oswaldo sentado, no fusca branco dele. Chegou mais perto e viu que ele escutava uma música, reconheceu a voz, era Tim Maia, mas nunca tinha ouvido a música. Chegou mais perto ainda e ouviu :

" Ela partiu
Partiu e nunca mais voltou
Ela sumiu, sumiu e nunca mais voltou
Se souberem onde ela está
Digam-me e vou buscá-la
Pelo menos telefone em seu nome
Me dá ma dica, uma pista, insista
Ei! e nunca mais voltou
Ela sumiu, sumiu e nunca mais voltou"

"- Meu deus, que homem frouxo!" , pensou Nara na hora. Virou-se e entrou dentro de casa. Subiu para o seu quarto e começou a arrumar as malas. Não podia mais viver naquela casa, com aquela situação do lado daquele bosta.

Saiu de casa com as malas nas mãos, com endereço certo: ia se mudar para a mesmo rua de Loroca, não perto mas na mesma rua.

Alguns dias depois, ela já estava devidamente instalada, e totalmente separada de Oswaldo, que de vez em quando ligava para ela pedindo para voltar e sempre recebia um sonoro "- NÃÃÃOOO!".

Não demorou muito para o Loroca ir morar na casa da Nara, e ele começar a entender os prós e contras de dividir a sua rotina com outra pessoa.

Fuder todo dia e a hora que quiser, o companheirismo do outro, os mimos e gracejos normais entre o casal. Estas são as coisas que valem a pena.

Agora, as manias e costumes de cada um, bem como a inevitável invasão de privacidade , são o que tornam a convivência uma arte aprendida por poucos!

Tendo uma rotina de pouco mais de três meses juntos, Loroca já dava sinais de cansaço em relação a sua presença na casa de Nara, e a presença dela na sua vida. Parecia que tudo já estava mudando, as coisas já não eram como antes.

O boquete já não era tão bom, o sexo já não o excitava mais e o cuzinho já dava sinais de desgaste. Aliado à estes fatores , estava o assedio das mulheres sobre o Loroca.

Muitas destas mulheres eram amigas da Nara, mas a que estava com a periquita mais solta era uma tal de Débora.

Débora casou muito jovem, quer dizer casou não , se juntou. Quando soube da precoce gravidez , aos 17 anos, não havia outra alternativa para ela a não ser se juntar com o namorado, o Alexandre.

Decidiram morar na casa dos fundos, na casa da mãe dela. No começo da união, foi legal, era tudo novo. A companhia do "namorido", o crescimento da filha e a rotina, tudo isso a fazia feliz.

Mas foi por pouco tempo. A mania de Alexandre de peidar e arrotar sempre, a sua grosseria e estagnação, levaram Débora - outrora uma legitima gostosa, de cintura bem fina, com uma bela rabeta e um delicioso par de peitos - a descuidar da aparência.

Débora perdeu a cintura fina, substituindo a por uma boa pochete de gordura, perdeu um pouco da bunda gostosa que tinha e os peitos ganharam um volume extra com algumas poucas estrias.

Outros dois fatos que colaboraram para o declínio do físico de Débora, era o fato de que foi Alexandre quem tirou a virgindade dela, e que até agora ela nunca tinha dado para nenhum outro homem. Pelo fato de Alexandre, ter sido o desbravador da sexualidade de Débora, ela estava enjoada da forma sistemática de como ele a torava, e ele já não nutria o mesmo desejo por ela. Faz muito tempo que ele não come ela gostoso, daquele jeito que costumava fazer quando eles namoravam e não moravam juntos. Pobre Alexandre, apenas com 23 anos e já era froxo.

A somatória de tudo isso, mas o forte apelo sexual de Loroca, fez com que o interesse de Débora por um pulo de cerca crescesse assustadoramente.

Isso ficou evidente para ele e para Nara, em uma festa na casa de uma amiga em comum.

Nessa festa, em um determinado momento , enquanto Nara e Alexandre estavam distraídos , Loroca se dirigiu a geladeira para pegar uma colherada de brigadeiro .

Ao chegar perto da geladeira, viu Débora fechar o congelador e levar à boca um colher com uma massa marrom, que naturalmente só poderia ser o brigadeiro.

Chegando mais perto ele diz: "- Quero uma colher dessa também! Tá bom?"

"- Esta ótimo, pega a minha.", responde ela, dando uma lambida na colher e oferecendo-a a Poroca.

Nesse momento o olhar de Débora já dizia tudo.

Ele, grosseiramente, deu uma lambida maior ainda do que a dela e devolveu a colher para ela, que fixou os olhos nele e colou a colher na boca sensualmente.

Nem uma palavra foi mais dita, apenas se entreolharam e ele saiu. De pau duro.

Escondida atrás da porta, estava Nara que viu toda essa cena, e estava quase explodindo de raiva!

Depois, Loroca e Débora voltaram para os seus respectivos acompanhantes e aproveitaram a festa. Porém , sempre que a situação permitia , eles se olhavam, se analisando e se desejando.

Na verdade, ela estava mais interessada nele do que vice-versa, para ele, ela seria só mais uma.

Esta festa, que começara animada, já dava sinais de cansaço, estava ficando muito monótona .Loroca e Nara ,e mais alguns amigos, decidiram ir embora, indo para uma outra festa.

No caminho para este outro lugar, Nara deu um esporro em Loroca, dizendo que ele era um safado e que aquela piranha estava dando em cima dele e ele estava retribuindo o interesse. E ele, é claro, sempre negava tudo, dizendo que era coisa da cabeça de Nara e que ela estava com ciúmes.

Mas o safado sabia da verdade. Ela tava dando em cima dele sim e ele louco para ficar em cima dela!

Chegando na casa onde supostamente estava acontecendo "a festa", não encontraram nada. Nem som alto, nem pessoas e menos ainda comida e bebida.

A casa era da Rosamaria, a Rosa, que estava esperando-os para começar a fazer alguma coisa. De cara , Rosal simpatizou com um amigo do Loroca, o Rodrigo.

Mas ela se conteve, não deu nenhuma indireta ou demonstração, apenas ficou observando aquele jovem encantador.

Enquanto isso, Nara e Loroca ficavam discutindo sobre o interesse de Débora em Loroca, mas o faziam de maneira controlada, sem dar muita bandeira para os outros .

Colocaram um sofá de três lugares na rua, colocaram a churrasqueira próxima a ele, ligaram o som do carro não muito alto, pois já eram 3 horas da manhã e começaram a "festa", na verdade era mais uma reunião do qualquer outra coisa.

Em meio aos olhares de Rosa para Rodrigo, Nara e Loroca aparentemente fizeram as pazes e voltaram a sua rotina de carinhos e risadas. Mas ele, estava com o pensamento lá na Débora, estava pensando em como iria comê-la sem levantar suspeitas e como essa foda seria boa....